porno lesbico romantico

Casado arrombado no estacionamento

Sou casado e tenho 42 anos e me chamo Júnior.

Minha mulher virou puta da academia

Me chamo rodrigo, tenho 28 anos e sou cadado com gabriela de 27 anos, uma mulher bem gostosa e safada que tem um rabo maravilhoso de deixar maluco qualquer homem.

O que não faz uma bela siririca

Me chamo Fernanda, tenho 19 anos, sou baixinha, com um enorme par de peitos e um bumbum um pouco grandinho, não sou magrinha, tenho um corpo normal. O que vou contar aconteceu a uma semana +/-. Como faço todos os dias, pego o ônibus para ir trabalhar e no final do expediente fico esperando este mesmo onibus, porem é um lugar deserto, onde existe apenas um barzinho em frente, neste dia eu estava com muito tesão e decidi pegar meu lep top e assistir um video para tocar uma siririca no banheiro do bar, coloquei um video de um homem negro super dotado com uma loira e comecei a me exitar, porem, olho para o relógio e tenho que sair pois meu onibus ja estaria passando, e continuei com mto tesão, afinal nao deu tempo. Entrei no ônibus e atrás de mim entrou um homem que estava no bar, o ônibus não estava cheeio e sentei no fundo como de costume, esse homem me seguiu e sentou ao meu lado, resolvi tentar dormir um pouco, e assim fiz para aliviar o tesao ate chegar em csa, quando começo a sentir minha bucetinha mais molhada que o normal, percebo que alguem estava chupando minha bucetinha, finjo estar dormindo, pois percebi que era aquele homem, e deixei, afinal estava otimo, ele chupava com mta vontade, minha vontade ela pedir que ele enfiasse um dois tres dedos em mim, mas me contive para ver ate onde ele iria, quando eu menos esperava, ele pegou o celular colocou para vibrar e penetrou em mim, quase fui a loucura, não aguentava mais, estava quase gozando, abri meus olhos e ele me olhou com cara de safado e disse que havia visto tudo que eu estava fazendo no banheiro do bar, então fiquei queta e tentei pegar em seu pau, eele nao se conteve, sentou do meu lado e comecei a masturba-lo com mta velocidade, ele nao demorou a gozar, e voltou a brincar com minha bucetinha, eu estava ficando louca, e o medo que alguem pudesse ver me xcitava mais ainda, disse para ele que desceria no proximo ponto, ele entao acelerou os movimentos e me fez gozar, chupando tudinho, me passou seu telefone e disse que qualquer dia terminamos nossas brincadeiras, conto para vcs, espero que gostem.

Dupla Penetração com meu marido e amigo

Esse caso começou num domingo pela manhã quando eu e meu marido estávamos nos

Transei com o Entregador de Gas

1 ano atrás chamei o tele entrega de gás. Era umas 19hrs e eu tinha acabado de chegar da academia, com o calor estava apenas de shorts de malha e sem cueca, marcando o pau.!

Enrabado depois do expediente

Sou de Americana – SP, e este conto é real.. aconteceu a poucos dias.. Combinei de me encontrar com o Léo no meu trabalho depois do expediente, pra gente curtir… eu já havia me certificado de que não havia mais nenhum funcionário na empresa, somente eu tinha ficado, para fechar tudo e ir embora.

Marido manso

Eu estava no meu carro indo ao shopping, pois precisava comprar algumas coisas. Rodava tranquilamente pelas ruas, sem pressa alguma, afinal era sábado e não tinha compromissos naquele dia. Ia ouvindo as músicas gravadas no meu pendrive e prestando atenção ao trânsito que estava muito tranquilo naquela hora. O dia era quente e deixei aberto o vidro do meu lado. Ao me aproximar de um farol esse fechou e parei o carro. Despreocupado ouvindo as músicas, nem prestei atenção quando parou um carro ao meu lado. Era um farol demorado e minha concentração foi quebrada quando noto o vidro do carro ao lado sendo baixado. Instintivamente viro minha cabeça e vejo uma bela loira olhando para mim. Encarei o olhar e noto um leve sorriso nos lábios dela. Nesse instante ouço uma buzina, era o farol que havia aberto. Coloco o carro em

Nosso primeiro menage na festa do casal pimenta

Olá, vou contar o nosso primeiro ménage verídico.

Intensa Noite de prazer

O dia amanheceu. Eduardo levantou-se com o reflexo do sol que entrava pelas frestas da persiana do quarto. Colocou as pernas para fora da cama, apoiou os braços nas pernas, entrelaçou as mãos e pensou nas tarefas do dia.

Primeira vez no motel com minha esposa

Oi, me chamo A tenho 26 anos 1,79 m de altura e estou um pouco fora de forma, moreno claro e cabelos grisalhos e um pau de tamanho médio, minha esposa se chama W hoje com 24 anos 1,70m de altura pele morena clara e cabelos vermelhos, peitos medio pra grande e bico rosinha, bunda grande e bem durinha, coxas grossas e bem duras tambem, e uma bucetinha bem pequena e apertadinha parece desenhada, somos casados a 6 anos e a historia que vou contar se passou no dia dos namorados em 2016.

O irmão antes do casamento

Esse relato é de algo que aconteceu há um bom tempo atrás eu tinha uns 16 anos e meu irmão mais velho 21 anos ele ia se casar dali uns quatro dias e já morava em uma casa sozinho, mas ele tinha um pouco de medo de ficar só antes do casamento então me pedia para ir lá passar as noites com ele.

Depósito de Porra dos Machos do Cinema

Olá a todos me chamo Felipe e tenho 23 anos, sou branco, cabelos e olhos castanhos bem claros, 170 de altura, corpo sarado, bunda grande e boca vermelha. Eu trabalho já faz dois anos em uma mesma empresa e no caminho pra lá eu tenho que passar perto de um cinema pornô e sempre fiquei curioso para dar uma olhada lá dentro e ver como é, mas nunca tive a coragem, até que um dia eu estava com mais tesão do que o normal e resolvi tomar a coragem pra visitar o local, já era tarde, por volta das 22 horas da noite, eu tive que fazer serão naquele dia e por isso saí tão tarde, tinha passado o dia com um tesão desgraçado olhando pra todos os caras da empresa, as vezes eu fico desse jeito e acabo

Punheta com 2 amigos na laje

Meu nome e roger e isso aconteceu quando tinha meus 14 anos com 2 amigos, estavamos na casa do meu amigo bruno, eu e mais um amigo, bruno estava no computador e eu e esse amigo no quarto com ele, entao decidimos descer na laje que estava em reforma, e quando chegamos na laje comecamos a bater uma, eu ja cheio de tesao comecei a olhar o pau do bruno, o pau dele nao era muito grosso mas tinha uma cabeca grande e roxa nossa aqui me deu um tesao, entao olhei pro pau do meu outro amigo e la estava ele com seu pau moreno grande batendo uma, ai o bruno e meu amigo disse que iria gozar e eu doido pra ve, o bruno deu uma gozada perto da janela aquele gostoso, o meu outro amigo disse pra mim que precisaria de uma forca pra gozar entao ele disse que se eu ficasse de 4 e mostrasse o cuzinho pra ele ai ele gozava, eu como tava querendo muito ver a porra dele jorrar eu aceitei, abaixei meu shorts e com as 2 maos abri as bandas do meu rabinho e mostrei pra ele, ai ele pediu pra dar uma encostada na meu cuzinho pra ele sentir, eu com um tesao imenso deixei e claro, entao ele encostou e ja tirou e deu uma gozada bem cremosa, fiquei com vontade de mamar ele mais nao podia contar nenhum deles sabe que eu queria dar pra eles e ainda quero, espero que um dia se um de voces verem esse conto voces vao saber que sou eu, entao por favor me coloquem pra mamar e fode meu rabo bem forte, quero mamar no pau do bruno ate ele gozar na minha boca e o outro quero ele me fudendo de 4 como ele disse que faria varias vezes na brincadeira. mas meu sonho e que essa brincadeira vire realidade, entao se visualizar esse post vem aqui em casa saca do pau e manda eu mamar gostoso que eu caio de boca, mas antes me avisa que vai ficar no sigilo que sempre tera um boquete disponivel e um cuzinho tambem. esse foi meu conto espero que voces tenham gostado e comentem. bjos seus safados

Perdendo a inocência com a travesti safada

Bom, antes de mais nada, quero me descrever. Na época do ocorrido, eu era branco, magro

Fui num Cine Pornô Com Meu Marido

De tanto ouvir histórias de algumas amigas que conhecem amigas de amigas que disseram que conheceram alguém que já foi num cine pornô e, por tanto ler em contos eróticos na internet que o lugar chega a ser “interessante” pra quem quer praticar o voyerismo, comecei a demonstrar certo interesse por conhecer o ambiente junto com meu marido Sergio. Temos os dois 36 anos e somos pessoas normais… nada tão especial assim. Somos bonitos e com corpos em dia. Nada demais. A idéia de ir e freqüentar um cine pornô longe de nossa cidade (Guarulhos), me excitava cada vez mais. Sempre em nossas transas, eu contava pro Sérgio algo que tinha lido ou ouvido ter rolado num desses cinemas. O Sérgio começava a ficar com uma certa curiosidade também. De tanto que fantasiei estar dentro do cinema assistindo à tudo o que me diziam que rolava por lá, quando Sérgio, enfim, me disse que toparia, eu gozei sentada no sofá, de roupa e tudo, sem ele, sequer me tocar. Mas minha intenção era de, no máximo, assistir mesmo. Nunca imaginei participar dessas putarias todas. Sempre fui muito reservada pra esse tipo de coisa, mas muito curiosa. Chegou o dia e, quando Sérgio chegou em casa, tomamos um cálice de vinho cada e fomos tomar banho. Sérgio, sempre descoladão, colocou um jeans rasgado e eu estava na dúvida se colocava uma calça tipo leg mesmo ou se colocaria um vestido. Pedi a opinião de Sérgio e ele também hesitou um pouco e depois me disse pra vestir a calça. E assim eu fiz… coloquei uma calça preta, uma sandália baixa e partimos pro largo do Paissandú – em São Paulo (Centro). Chegamos e hesitamos mais um pouco em entrar e, depois de uns 20 minutos rodeando a porta, disfarçando na banca de revistas próxima, decidimos entrar. Pagamos e entramos… Sérgio estava tenso. Dava pra ver isso em seus olhos… Tentei acalmá-lo dizendo: Se vc quiser, a gente sai daqui agora amor. Mas ele disse que estava tudo bem que era nervosismo da primeira vez mesmo. Logo depois da entrada, a gente passou por algumas cabinas fechadas onde o pessoal pagava pra ficar sozinho ou em dois ou três, sei lá… vendo filmes. Dava pra ouvir claramente os sons de homens se masturbando, gemidos secos e os sons dos vídeos que eram exibidos. Minha imaginação começou a trabalhar sobre o que poderia estar rolando ali dentro. Comecei a me excitar. Chegamos enfim, na sala de exibição. Olhei pra tela e vi uma mulher sentada no colo de um cara (provavelmente sendo enrabada), enquanto chupava um negrão enooorme. Vi no canto direito do cinema, bem próximo da tela, algumas pessoas de pé – uns 4 ou 5 homens e uma mulher. Via-se claramente que ela tentava se desvencilhar daqueles homens todos, mas não fazia muito esforço pra isso. Ví alguns deles passando a mão na bunda dela, outros tentavam pegar em seus seios, mas ela sempre batia nas mãos bobas. Ela vestia um vestido preto longo, parecia ser bonita, cabelos curtos e pele clara. Carregava uma bolsa que usou algumas vezes pra bater em alguns daqueles homens teimosos. Nisso, foi descendo pelas escadas laterais do cinema em direção à eles um homem forte, camiseta baby-look branca, alto e, pelos passos firmes e bem direcionados, ele sabia o que estava indo fazer. Ao chegar junto da mulher e dos homens, ele disse algo que os outros homens calaram-se imediatamente. Depois, virou-se pra mulher que tentou ignorá-lo, buscando o braço de um dos outros homens que concluí ser seu namorado ou marido. Esse homem forte então, puxou-a pelo braço e foi levando-a pra longe de todos aqueles que a cercavam anteriormente. O marido fez menção de tentar impedir e foi peitado pelo fortão. Nisso, eu já estava ficando molhada só de imaginar tudo isso acontecendo ali na minha frente. O marido ainda tentou seguí-los, pois o homem forte levava sua esposa para os fundos do cinema e agora usava as escadas centrais, onde estávamos eu e Sérgio, assim, ele vinha em nossa direção. Sentido que o marido o seguia reclamando de algo que não pude ouvir, o homem forte voltou-se para o marido e apontou o dedo no nariz do marido e disse-lhe algo que o intimidou e o fez diminuir o passo na perseguição do recém formado casal. Nossa! Que cena! Digna dos melhores contos que eu já havia lido sobre dominação. Um homem vendo sua mulher sendo levada por outro homem, mesmo sem o consentimento de ambos. Um homem estranho, mais forte, mais alto e portanto, superior… Aquilo, mesmo que não fosse assim mesmo, mesmo que essa não fosse a história, pra mim era. Eu me excitava mais ainda com isso. Senti minha calcinha molhada. Eles passariam por nós. Sérgio fez menção de nos sentarmos logo antes que eles passassem por nós, mas eu queria mesmo era ver de perto a cara dela e dele, principalmente. Eu estava me divertindo demais. Me sentia segura pois estava sendo protegida de alguma forma pelo meu marido. Fiquei o tempo todo de pé no corredor central enquanto Sérgio já havia se sentado. Quando se aproximavam, vi que a mulher dizia algo como: Tá machucando meu braço… Tá me machucando, mas o homem, não diminuía o passo nem dava ouvidos à ela, só continuava puxando-a. Ao chegarem à minha frente, eu afastei um pouco, dando passagem aos dois e o homem então, pára, me olha bem nos olhos, chega mais perto ainda de mim e ainda segurando a mulher que gemia alguma coisa um passo atrás dele, aproxima-se de minha orelha e eu, meio sem jeito, sem saber o que fazer, tento desviar meu rosto do dele e, mesmo assim ele fala alto e grosso com uma voz imponente: dá uma volta pra “mim” ver! Nossa!!! Aquilo me fez estremecer. Olhei pro Sérgio que se levantou e ficou do meu lado e sem saber o que fazer, olhei pro estranho novamente que parecia esperar que eu cumprisse a ordem. Aquele cheiro de perfume barato, aquela barba grisalha e mal feita, aquelas roupas simples, toda aquela atmosfera foi me deixando mais estremecida de medo, de pavor… eu sentia minhas pernas tremendo, meu coração estava na boca… Ainda ouvi Sérgio perguntar: O que foi amor? O que aconteceu???? Com cara de susto. E antes que eu esboçasse qualquer reação ou tentasse me sentar, o homem estranho falou bem mais alto: DÁ UMA VOLTA CARALHO!!! Daí, eu senti que não teria Sérgio nenhum que me ofereceria segurança naquela hora. Decidí obedecer ao comando daquele homem. Comecei a virar, com muito mais medo agora. Tremia demais. Sérgio ainda disse algo como: Vamos embora amor? Mas eu já estava sob o domínio do novo homem. Eu sabia que se fizesse o que ele mandava, poderia sair Dalí ilesa, mesmo porque ele ainda tinha algo pra se acertar com a outra mulher que ainda se queixava de estar sendo machucada. Antes de eu terminar de me virar para a apreciação desse homem grande e forte, ele disse no mesmo tom rude e alto: – VIRA DE NOVO! DEVAGAR AGORA! Continuei me virando pra ele, agora mais lenta. Aquilo era humilhação demais pro meu marido e pra mim, mas eu estava obedecendo pra não causar nenhum problema. Mas, ainda assim, sentia o tesão me comendo. De baixo pra cima. Olhei pro Sérgio e o via com cara de quem não estava gostando nada daquilo. Pensei: Faz alguma coisa então panaca! Sentia que estava sendo comida com os olhos pelo estranho. Estava sendo humilhada na frente de meu marido. Estava satisfazendo um outro homem. Estava com medo agora. Com tesão e medo. Antes dele mandar novamente, iniciei uma outra volta e, quando eu estava totalmente de costas pra ele ele fala: – PÁRA! Parei. Fiquei de frente pro meu marido e de costas pro desconhecido. Estava tremendo muito de medo. Meu marido me estendeu a mão como que me pedindo pra ir junto dele e sentar-me ou sairmos pelo outro lado do cinema. Eu estava imóvel. Não consegui me mover, nem mesmo pra ir de encontro ao meu marido. Percebi que algumas pessoas pararam ali pra assistir ao que acontecia. Fiquei com mais medo e vergonha ainda. Senti um frio horrendo na barriga Ouvia cochichos em meio aos gemidos que vinham das caixas acústicas do cinema. Falavam de mim. Ouvi um “gostosa demais essa putinha hein?” Me
indignei com isso, mas continuei imóvel. Sérgio só observava com cara de q uem comeu e não gostou. Que decepção de homem. Nisso, senti uma mão tocando minha bunda. Virei-me de súbito e ouvi uma voz mais forte ainda: – QUEM MANDOU VC VIRAR, CACHORRA? Olhei bem nos olhos daquele homem e não tinha mais coração, não tinha mais pernas, não tinha mais dignidade alguma. -VIRA DE VOLTA!! Disse isso rispidamente, com a boca bem no meu rosto. Senti o hálito quente e fresco daquele brutamontes. Cheirava a refrescante bucal. Ele era, pelo menos cuidadoso com o hálito. Virei-me em obediência e senti novamente sua mão me tocando a bunda. Primeiro, tocou de leve e depois, foi me apertando bem. Comecei a chorar de vergonha e medo. Fechei as pernas, mas ele, parece que, sentindo isso, levou com mais força sua mão para entre as pernas e foi abrindo e sentiu meu estado encharcado. Senti seu dedo me tocando a vagina por cima da calça ensopada. Me bolinou por algum tempo e eu, ainda de pé, já me apoiava com as mãos nos encostos de duas poltrona. Sérgio disse algo que nem sequer fiz menção de ouvir. Senti o estranho homem aproximando seu corpo do meu, senti sua barba me roçaro pescoço e ele disse com a boca bem junto de minha orelha: – Quero te ver aqui daqui a pouco!!! Nem pense em ir embora agora! A voz forte e imponente, me fez tremer tanto que minhas pernas fraquejaram e me sentei ao lado da poltrona de Sérgio que permanecia de pé. E o homem foi embora em direção das cabines segurando sua outra presa. Eu ainda tremia. Sérgio me abraçou, viu meu estado de pânico e me disse pra sairmos. Fiquei um pouco sentada abraçada à Sérgio, esperando o meu nervosismo passar. Chorei nos braços do meu marido e me acalmei um pouco. Mas, precisava sair. Não queria ser dominada e humilhada novamente por aquele estranho que certamente voltaria. Quando pensei nisso, senti-me ainda mais molhada. Era como se eu fosse duas mulheres ao mesmo tempo. Numa delas eu sentia medo, pavor, até um certo nojo daquele homem rude, violento e dominador. Na outra, eu sentia um tesão inigualável por estar sendo dominada por um estranho, por estar sendo tocada por um homem forte, másculo, simples, aparentemente viril e rude. Até essa violência me excitava. Mas uma das coisas que mais me fez ficar encharcada foi a posição de Sérgio. Ele simplesmente amarelou na frente do grandão. Ele não reagiu quando viu sua mulher sendo tocada por outro homem na sua frente. Bem ali, à poucos centímetros de distância. Pela primeira vez, senti que Sérgio não poderia me dar toda a proteção que uma mulher como eu precisava. Se não fôssemos embora naquele momento em que eu me recuperava, Sérgio, teria sido além de passivo demais, um corno manso. O medo que Sérgio sentiu daquele homem me excitou demais. Fomos para a saída do cinema. Eu, já um pouco mais calma, não tremia tanto, mas sentia um tesão enorme. Estava molhada. Dava pra sentir tocando minha calça molhada por fora, como o estranho homem certamente sentiu ao me tocar. Quando passávamos pelas cabines, vimos o marido da mulher do lado de fora da cabina 02, cabisbaixo e ouvindo o que se passava dentro da cabina que estava com sua mulher. Ouvimos uns tapas e uns gemidos. Aquilo sim, me fez me segurar em Sérgio e me encostar na parede. Eu estava escorrendo. Suada, com o tesão aflorando mais ainda. Fiquei ali num misto de tesão e medo do algoz sair da cabina e me vir ali e me transformar na próxima presa. Mas o tesão de ver aquele homem do lado de fora cabisbaixo sem nada poder fazer, sabendo que sua mulher estava ali, à poucos centímetros dentro de uma cabina de um cine pornô sendo comida por um estranho forte e rude. Imaginei mil coisas que poderiam estar passando na cabeça dele, mas tudo foi interrompido quando escuto um outro tapa, desta vez, bem mais forte que o anterior, seguido de vários gemidos dela denotando seu gozo em meio a um choro… Gozei. Simplesmente, gozei como poucas vezes em toda minha vida. Olhei pro homem e ele ali, impotente, só esperava a saída de sua esposa. Imaginei-a toda gozada, sem calcinha, cabelos despenteados, suada como eu estava ali. Pedi pro Sérgio me tirar dalí… Temia o pior por nós. Fui levada quase que carregada por meu marido que sentiu que eu estava quase sem forças. No caminho pro estacionamento, eu contei pra ele que gozei ali na parede ouvindo a mulher sendo comida dentro da cabina. Ele disse que tinha percebido. E fomos calados pro carro. Quando saímos do estacionamento, eu me sentia mais segura. Não havia mais possibilidade de ser pega por aquele homem. Fui o caminho todo pra casa pensando em tudo o que tinha visto e sentido: o pavor, o tesão, a submissão de ter me virado pra me mostrar pra um estranho e até a ousadia dele de ter me tocado como quis na frente de meu marido. Aquilo ainda iria ser motivo de muitas noites sem sono. Sentia minha calcinha e minha calça ensopadas. Reviví mentalmente todos os momentos desde a entrada até a saída daquele cinema muitas e muitas vezes no caminho de volta pra casa. Agora era só o tesão. Não tremia mais. Só sentia tesão. Uma imagem que ficou em minha mente e nunca vai sair é cara de impotente do marido daquela mulher que estava sendo comida pelo desconhecido. Aquilo me dá tesão até hoje quando lembro. Ao chegar em casa, Sérgio me perguntou o que aconteceu exatamente lá. E eu, só respondi: Você não viu??? Um homem enorme quase me comeu na sua frente e vc não poderia fazer nada. Vc já imaginou se aquele outro casal não estivesse no cinema? Vc sabe quem é que estaria com cara de corno arrependido do lado de fora daquela cabina? Ou pior ainda: Vc sabe quem é que estaria DENTRO daquela cabina com aquele homenzarrão? Boa noite amor. Eu tava mesmo puta da vida com ele. Onde é que já se viu? Eu tive que me expor pra um desconhecido na frente do fracote de meu marido que nem sequer esboçou qualquer reação. Deve ter ficado com medo daquele homem. Aliás, só a presença dele já causava terror. Fui dormir sozinha naquela noite. Pensei muito naquela mulher, como ela sairia daquela cabina? Pensei no corno fraco do lado de fora, como é que ele ficou depois de tudo? Será que eles se beijaram? Será que ele beijaria a boca dela logo depois de ela certamente ter chupado o pau de um estranho? Será que eles transaram aquela noite? Me masturbei pensando neles. Pensei muito no tal homem grande. Como seria seu membro? Como ele fazia pra dominar assim? Como ele se impunha com tanta facilidade? Como ele teria comido aquela mulher naquela cabina? Teria usado preservativo? Como será que ele entregou a mulher do corno pra ele? E como teria sido se ele tivesse me encontrado ali, gozando do lado de fora? O que teria ele feito? O que teria meu marido tentado fazer? Com que cara Sérgio ficaria ali me esperando do lado de fora? Como ele me comeria? Me faria chupar? Me chuparia? Tentaria fazer sexo anal comigo? Pra cada uma dessas dúvidas, me masturbei uma vez. Nunca mais entrei naquele cinema e, quando passo por ali quando vou à galeria do rock por exemplo, sinto meu coração disparar. Olho em volta pra ver se não estou sendo seguida ou coisa assim, fiquei paranóica naquele lugar. Essa foi, sem dúvida, a coisa mais excitante e pavorosa pela qual passei em toda a minha vida.

Sobrinha Patricinha, Provocando o tio na casa de Praia.

Primeiro feriadão prolongado acaba resultando em Casa de Praia.. rs rs

Sexo anal é simplesmente demais

Tenho 24 anos e gostaria de contar para vocês minha experiência com o sexo anal. Um dia, conheci Pablo na academia que freqüento à noite. Durante o dia trabalho em um hospital da grande Porto Alegre (sou enfermeira). Pablo é um gato de 1m82 e 94 quilos de muito músculo. É um tipo de homão pra ninguém botar defeito, de cabelos e olhos castanhos, também claros.

Minha primeira experiência com outro cara

Bom esse fato ocorreu quando eu tinha 23 anos, sempre adorei sexo mas até então só havia tido experiências com mulheres, e nunca havia sentido tesão ou atração por caras, e sempre tive uma boa forma física e boa aparência o que me rendia muito sexo com mulheres, mas de tanto receber cantadas de caras e conversar sobre o assunto na internet resolvi experimentar depois de muito refletir, eu tinha na época por volta de 1,68m, 68 a 70kg muito bem distribuídos, muito poucos pelos e desde os 15 anos já me depilava na frente e atras por questões de higiene e gosto. Bom depois de procurar e conversar bastante encontrei um amigo que aqui vou chamar de Marcelo, que era exatamente o perfil que eu procurava para aquela experiência e vice versa, ambos iriam ter sua primeira experiência com outro homem, tinha-mos a mesma

Coroa da sala de bate-papo

Gosto muito de ficar em sala de bate- papo e numa dessas conheci o Carlos, um coroa com mais de 55 anos muito gentil e simpático ficamos tc por alguns dias ate q resolvi trocar o tel.. foi ai q todo começou ele me ligava sempre e já começou dizer q queria me beijar toda, eu q gosto muito fui deixando até resolvemos jantar juntos.. coloquei meu vestido vermelho curtinho, os cabelos loiro solto salto alto pra provocar mesmo só ñ sabia oq me esperava. Fui no restaurante combinado era um lugar bonito e ele estava La na porta me esperando, ñ era nada como falou ele deveria ter muito mais idade q falou..conversamos o básico e entramos ele muito gentil como sempre pedimos o jantar e ele já começo a tentar me tocar na mão, por baixo da mesa e depois q alguns minutos ele disse como logo q eu quero a sobremesa, eu dei um sorriso e assim foi comi pagamos e saímos…qdo cheguei no carro pensei vai rolar um motel e todo bem, entrei no carro ele disse

Suruba com três casais fogosos

Já faz um tempo que estou enrolando para escrever esse relato porque não tem como não ficar muito grande e meio confuso pela quantidade de gente envolvida, mas vamos lá, vou tentar.

Carona com a vizinha gostosa

Recentemente me envolvi em um acidente de trânsito e o resultado foi que o meu carro precisou ficar 21 dias na oficina para os reparos.

Comendo a faxineira safada

Meu pai sempre dizia, “onde se ganha o pão não se come a carne”, mas essa máxima tem suas limitações, principalmente quando a carne tem 1. 70 de altura é uma delícia.

Quando fui o presente de niver da amiga da amante da academia

Olá!! Meus amigos e amigas de contos estou de volta para contar mais uma história minha, eu escrevi aqui no site o conto da colega da academia, então resolvi voltar para contar mais uma historia com essa mulher (Fábia).

Minha putinha deu pra outro macho

Bem como vocês leram no título, teve uma vez que a Marielle deu pra outro cara sem ser eu, e tudo isso porque a gente acabou brigando, e de uma certa forma terminando (por um dia rsrsrs). De uma certa forma ela tinha realizado indiretamente o meu sonho nesse dia.

Foda frenética com o entregador de pizza

Olá, sou Bruna, tenho 1,65 de altura, seios fartos e bicudinhos apontados pra cima, coxas grossas, bunda grande redondinha e empinada além de cintura fina, chamo muito a atenção dos homens e adoro me exibir com shortinhos, vestidinhos e amo sair sem sutiã, na verdade não uso nunca pois tenho seios muito durinhos e firmes e sempre naturalmente ouriçados, adoro me exibir,