dando para o irmao

Meu irmão sabe que eu como sua mulher

Nunca imaginei que pudesse acontecer comigo. Praticamente fui o responsável pela criação do meu irmão Hugo desde seus 10 anos, dando-lhe todas as condições de se formar e ter sua própria vida. Hugo com 25 anos se casou com uma mulher de 28 (Sara)… Fui padrinho de casamento. Hugo sempre foi aquele irmão de me procurar quando tinha algum problema; fosse ele pequeno ou grande. Ao me separar da minha mulher, Hugo fez questão de sempre me convidar pra ir à sua casa pra almoçar, jantar e até fez uma festa pra comemorar meu aniversário de 54 anos… Sara me tratava muito bem, mas com certa cerimônia. Sozinho, passei a ir mais vezes pra Cabo frio onde tinha um pequeno apartamento próximo a praia do Forte; e lá, sempre arrumava uma companhia feminina. Chegava o final de ano, minha intenção era ir pra Cabo Frio logo após as festas do Natal quando Hugo me pediu o apartamento emprestado pra levar sua esposa que fazia anos

Esposa novinha dando a xana para um experiente

Minha esposa hoje tem 34 anos, uma bela mulher de 1,68 e 58 kg com pele branca e olhos esverdeados. Quero relatar aqui uma história que ela me contou sobre uma certa transa que ela deu quando tinha seus 17 anos. Segundo a minha esposa, que na época morava com seu irmão e sua cunhada ela era ainda sem experiencia sexual, pois recém tinha perdido a virgindade. Nessa época seu irmão tinha um grande amigo e colega de trabalho com 27 anos de idade e chamado de Odacir, um homem robusto como disse minha esposa, ele já experiente pois tinha uma filha de uma relação que não deu certo. Minha esposa conheceu Odacir num sábado de tarde. Na época ele tinha uma moto. Nesse dia teria chovido muito impossibilitando de Odacir voltar pra casa, pois a chuvarada era intensa.

Juliana dando a bunda

olá amigos eu sou d e vou contar outras de minhas aventuras sexuais,Juliana era uma menina que morava beirando s linha de trem da minha casa,ficava sempre de cima do terraço olhando Juliana pegar sol,num belo dia tava indo comprar cerveja no mercado me deparei com ela cheio de bolsas pesadas e ofereci ajuda,ficou meio sem graça e logo aceitou,viemos batendo um papo legal no caminho,vamos a sua casa,Juliana me agradeceu pela ajuda e me convidou para entrar,quer água alguma coisa?não obrigado pelo carinho,sua casa era linda coxinha grande,quando Juliana me disse uma coisa que fiquei meio sem graça,eu já bem vi vc me olhando do muro da sua casa,fiquei sem ação e Juliana disse,relaxa homens são assim mesmo não podem ver um rabo,sorrimos,vem ca vamos dar um mergulho na piscina,fui e Juliana ficou de biquíni toda linda,bunda grande e peitinhos pequenos mais deliciosos,disse a ela que tava sem cueca de praia,vamos lá no quarto do meu irmão acho que tem alguma lá,vamos e Juliana andando na minha frente com sua linda bunda branca,fiquei

A Primeira Piroca na Mão foi do meu Irmão

2005 …. Morávamos no interior da região Sul. Eu sempre fui muito”lindinha”. Os rapazes sempre me paqueravam, mais meus irmãos tinham um ciume danado. Carol não pode isso, Carol não pode aquilo. Então estava sempre naquele convivo masculino, futebol, praia, pesca, campo, acampamento.

Esposa dando pra 3 machos

Me chamo Rick, tenho 36 anos, Bia tem 25 anos.

O irmão antes do casamento

Esse relato é de algo que aconteceu há um bom tempo atrás eu tinha uns 16 anos e meu irmão mais velho 21 anos ele ia se casar dali uns quatro dias e já morava em uma casa sozinho, mas ele tinha um pouco de medo de ficar só antes do casamento então me pedia para ir lá passar as noites com ele.

Reconciliação entre Irmãos

Me chamo Sérgio (nome fictício), que vou contar para vocês hoje aconteceu quando eu tinha 33 anos a minha irmã Suelen (nome fictício) tinha 29 anos.

Separada, meu irmão cuidou de mim…

Após a separação confesso que fiquei um pouco abalada, mesmo eu sabendo que isso um dia iria acontecer, o fato…

Voltando para a cama de minha irmã safadinha

Depois de mais ou menos uns 20 anos aconteceu algo delicioso. Minha irmã, separada do marido há alguns anos, veio morar em uma casa nos fundos de onde eu moro. Claro que desde nosso relacionamento inicial, que aconteceu quando éramos adolescentes nós dois mudamos muito físicamente. Eu estou com uns 10 kg acima do meu peso ideal e minha irmã está bem acima do peso pois teve dois filhos e pelo visto não se cuidou muito. É uma baixinha gordinha, mas mesmo assim eu ainda sentia uma vontade enorme de ter ela novamente. Ela tem peitos grandes e uma bundona que combina com eles.

Meu meio-irmão

Antes da minha mãe morar com meu pai, ela teve outro marido e juntos tiveram um filho. Como o relacionamento não deu certo, quando separaram, meu meio-irmão ficou morando com o pai e avós paternos. Devido a diferença de idade (ele é 8 anos mais velho), tínhamos pouco relacionamento……

Dei Pro Amigo Do Meu Irmão

Olá, meu nome é Amanda. Esse é meu primeiro conto, espero que gostem! Atualmente tenho 18 anos. Sou morena, tenho bunda e seios grandes, um corpo que sempre chama atenção. Consideravelmente gostosa, podemos dizer.

Despedida de solteira com meu irmão

Me chamo Luana, sou morena, olhos verdes, 1.75 de altura e

Sou casada e dei para o meu primo

Fabinho sempre foi o tipo de menino que todos gostam. As tias viviam elogiando a polidez e a educação que ele demonstrava já na primeira infância, os pais não cansavam de contar as proezas do garoto na escola e as primas mais novas, nas quais eu me incluo, achavam-no o menino mais bonito de nossas vidas.

Dando uma trepada com meu primo em seu carro

Sou moreno 1.68,74kg cabelo curto olhos claros,bunda lisa,sou bi,sou casado por isso faco tudo no maximo de sigilo.vamos ao conto erótico gay comigo dando uma bela trepada com o meu primo passivo dentro do carro.

Dando gostoso para 4 sobrinhos no reveillon

Sou Raquel, 41 anos, casada a 6, moreninha clara, peitinhos grandes que gosta uma chupada, cuzinho e buceta assanhados.

Amigos do meu irmão me chuparam bêbada

Bom, este é meu segundo conto. E vou alegar o que resultou comigo em seguida do meu aniversário de 19 anos, no momento em que vi meu adepto batendo punheta do lado da minha cama e gozando na minha amante desmaiada.

Meu irmão me fudeu gostoso

Meu nome é Jack (Jackson) tenho somente 19 anos como já disse em meu outro conto (o primeiro esse é o segundo) eu sou do interior de São Paulo, estou na capital por motivo de estudo, e moro em uma Republica com mais 3 rapazes, mas meu quarto/banheiro são individuais. Apesar de meus dados estarem em meu perfil e no primeiro conto, não custa nada descrever novamente, Tenho 1,70 – 75 kg – olhos verdes, cabelos castanhos escuros, o corpo não é sarado, mas tenho as coisas em ordem. Bunda pequena mais arrebitada e ombros largos. Um cara muito tranquilo e de bem comigo mesmo.

Parati, esposa , corno e 5 garotos

Eu Arnaldo , 39 anos e minha esposa Renata também 39 anos, mas com corpo de 30, linda, sexy, pes maravilhosos, esta usando um esmalte vermelho que deixa qualquer homen de pau duro, ela é brasileira mas nasceu em Buenos Aires.

Pegando o amigo do irmão

Olá sou a Ju tenho 25 anos, 1,60 branquinha dos cabelos pretos longos, magra mas com um popo bem redondinho e arrebitado, peitos rosinha, rostinho de menina. Bom sem mais delongas hoje a história é sobre como fiquei com o amigo do meu irmão. Ele o Jhon 21aninhos era um amigo menininho era como se fosse da família, que de um dia para o outro se tornou um homão da porra, sarado um moreno de lábios hipnotizantes de mãos grande.

Pegando a Tia separada

Já fazia um tempo que meu Tio um dos Irmãos mais novo do meu Pai tinha se separado, e sua ex mulher, minha Tia, estava sozinha, solteira ela era muito sexy e gostosa, pra mim meu Tio fez besteira em deixar aquela delicia solta e agora estava disponível para que qualquer um pudesse tentar a sorte com ela.

Dando a Xaninha para o mecânico

Eu e Lui tínhamos um Eco Sport, que vinha dando problemas. O segurança do nosso condomínio indicou o Vanderson, cunhado dele, que tinha uma mecânica lá em Caxias. – Oh, Reginaldo, vê se teu cunhado pode vir no domingo, que é o dia que Lui estará em casa. – Sim senhora. A senhora quer o telefone dele? – Quero não, querido. Manda ele direto. No domingo, 8h da matina, tocava a campainha lá de casa. Eu sabia que Lui acordava sempre muito cedo e lá estavam os dois, ajeitando o carro. Acordei cerca de 10h, e nem me lembrei que o mecânico estava por lá ainda. Desci de shortinho (sem calcinha) e camisetinha, descalça, toda descabelada. – Hmmm, cheirinho de café… – Amô-or, o Vanderson tá aí, conversando o carro. – Diga seu Vanderson, bom dia! – Bom dia, dona. – e ficou, atônito, parado, me olhando. Lui deu uma gargalhada… – Gostosa minha mulher, né não? – Sei de nada não senhor. Veja só aqui, seu Lui, o carburador… Eu não agüentei e murmurei… – Hmmm… carbura, a dor? Os dois deram uma gargalhada. – Vou a praia, tá amor? – Ahhhh, vai não… – e deu uma piscada. – Ah, mas eu vou mesmo. Vou ficar pensando em carburador não. Subi, fui tomar uma ducha para trocar o biquíni. – Com todo respeito, seu Luiz. – Lui. – Seu Lui, com todo respeito, que mulher é essa, mermão? – Muito linda, né? – Nossinhora… linda, gostosa, tesuda… Deus abençoe, viu? – Gostou dela, Vanderson? – Assim, achei bonita, né? Mas sou homem respeitador. – Precisa não, irmão… em relação a respeito, deixa comigo. Vamos entrar, tomar um café. Você tá trabalhando desde às 8h, sem comer nada. Sente aqui, na cozinha mesmo. Vanderson tirou os sapatos e entrou na cozinha, sentando na beiradinha do banco. O macacão estava sujo, suas mãos estava, sujas, mas ele segurava tudo com guardanapo, até a xícara. Desci só de biquíni. – Amor, aperta o laço aqui pra mim, aperta? Lui apertou o laço, mas deixou quase frouxo (sei lá como ele fez isso) e mordeu a minha bunda gorda. – Ái! Isso dói! Passei por trás de Vanderson e rocei minha bunda quase no teu braço, para pegar uma xícara, para tomar café. Ele se ajeitou no banco e, claramente, segurou o pau. – Que foi, Vanderson? – Nada não, seu Lui. – Pode pegar nela, não vai morder não… – Você já mordeu, né, Lui? – Mordi pro Vanderson fazer um carinho pra passar. – Dona Letícia, eu tou todo sujo… óia, de graxa, de óleo… é melhor não. Peguei a mão suja de Vanderson e passei na minha própria cara. – Pronto, agora estamos os dois sujos. Vanderson tinha a mão áspera, forte. Ele não era gordo. Fazia o tipo grande, musculoso, definido. Era um branco quase mulato, com mãos grossas, pele grossa, imunda de graxa. As unhas nunca deviam ser limpadas. Passou a mão pela minha bunda… arrebitei para ele, em pé mesmo. Ele vinha, cheirava, beijava, lambia. Virei de frente e cheguei o biquíni pro lado. – Mete o dedo. – Mas… tá sujo. – Mete o dedo! Me obedeça! Lui suspirou… “É muito gostosa essa minha mulher”. Vanderson meteu o dedo grosso, abrindo minha buceta, enquanto metia a língua no meu grelo. Aquele sim sabia chupar uma buceta. De pé, com uma das pernas em cima do banquinho da cozinha, eu estava arreganhava, com aquele dedo imundo dentro de mim, todo cascudo, e aquela língua frenética no meu grelo. – Tá realizando teu sonho, tá meu amor? – Que sonho, minha gente? – Eu sempre quis foder com um mecânico, Vanderson. – O mecânico da senhora agora sou eu, dona Letícia. – Ai, que delicia… me chama de dona, chama… – Dona Letícia? O que a senhora deseja? – Desejo que você meta este pau em mim, bem gostoso, pro meu corninho assistir. Lui não tinha levantado de onde estava. Mas já estava com o pau pra fora, se tocando. – Você quer vir, amor? – Não, só quero assistir. Quando ele for embora, aí eu te como. Me debrucei na mesa e tasquei um beijo gostoso no meu marido. Ele se levantou, deu o pau na minha boca. Eu dei uma chupada de leve, e ele sentou de volta. – De camarote… Vanderson abriu o macacão na altura do pau e pôs aquela jeba para fora. – Não vou agüentar… – Eu como devagarzinho… – Que delicia… Chegou meu biquíni pro lado e me colocou debruçada na mesa, de costas. – Abre bem… assim… E eu era comida, lentamente, a centímetros de Lui, olhando para mim e sorrindo. – Que pica gostosa… pincela esta pica na minha bucetinha, pincela? – Agradeço se a senhora ficar calada…. – Nossa, fala isso de novo? – Dona Letícia, vou ficar agradecido se a senhora ficar calada. – E se eu não ficar calada? E Vanderson deu um tabefe na minha bunda, e meteu aquela mão imunda na minha boca, enquanto me comia com vontade. Eu gemia, respirava forte, rebolava naquele pau grosso, quente, gostoso, imundo. Vanderson fedia. Fedia a suor, a roupa mal lavada, a graxa… muito gostoso. Gozei naquele pau até pingar no chão. Ele chegou tudo que estava na mesa para o lado, e me sentou na beiradinha da mesa da cozinha, como um frango assado. Meus pés nos ombros dele, e ele pincelava aquele pau no meu grelo. Vi um pote de mel do meu lado, na mesa, e meti o dedo no mel, e meti na minha boca. Vanderson veio me beijar, e roubar um pouco do mel. Gemeu no beijo quente, e adocicado. Não sei como nem porquê, mas o mel esquentava. Dentro, fora… era gostoso. Eu senti, e Vanderson também. Aquele negocinho que fica dentro do pote de mel, tipo uma colméia, para pincelar o mel no pão… Vanderson, sem para de pincelar a pica, pegou o “pincel” do mel e passou no meu grelo, na minha buceta. Enfiou dentro de mim. – Que delícia. Meteu a mão na minha boca: “já mandei a senhora ficar calada, dona Letícia”. – Gostoso… – dessa vez foi Lui. – Fica vendo daí, seu Lui, tua mulher ser comida bem gostoso. E metia aquela pica em mim, arreganhada. Eu tinha graxa, suor, e mel. E pegava fogo. Gozei incontáveis vezes naquela pica. Eu só podia gemer. Estava proibida de falar, e isso me dava muito tesão. Eu gemia e rebolava naquele pau, muitas vezes. Vanderson custava a gozar e me deixou gozar incansáveis vezes. Quando eu quase estava pedindo arrego, ele deu uma estocada forte, uma gemida e disse: – Vem pegar. E meti minha cara naquela pica gigante e bebi o leite todinho, até aquele pau amolecer na minha boca. Acho que fodemos quase 1h30… Eu estava com a buceta pingando. Vanderson segurou minhas pernas no alto e ainda me chupou, me limpando todinha. Nesta limpeza, gozei mais umas duas vezes na sua boca. – Pronto, agora está prontinha pra ir à praia. – e deu um tapa na minha bunda, e um beijo na boca. – Obrigada! E saí da cozinha, fui tomar um novo banho. Acabei despencando na cama e dormindo, exausta. Na hora do almoço, Lui veio me chamar: – Lê, o almoço tá quase pronto. – Que horas são? – Quase 3 horas. – Nossa, dormi demais… – Pica gostosa do mecânico, hein? – Nossa, você viu, amor? – Vi não, senti. – Ahm? – Você acha que você ia dar esta buceta pra ele, e eu não ia ficar com nada? – Você deu seu rabinho? – O rabinho, a boquinha, dei tudinho. – Safado. – Puta. E quando será que o mecânico vai voltar pra consertar mais alguma coisa? Assinado : Letícia

Peguei minha filha chupando seu irmão

Em casa sempre andamos muito a vontade desde que meu marido muitas vezes flagrei ele andando nu pela casa e sempre dizia pra ter cuidado por causa de nossa filha. Mas como já tinha falado minha filha sempre foi levada e muito safadinha e vi varias vezes ela no colo de seu pai, e o safado de pau duro. Bom vamos ao que interessa, do começo desse ano pra cá, notei que meus filhos estão muitos juntos, fazendo brincadeirinha de mão boba essas coisas, ela senta em seu colo na sala, não notava seu pau estava duro, mas depois comecei a notar e gostar de ver os dois naquela situação, mais por causa de meu filho que por dentro de sua cueca parecia ter um pauzão. O tempo foi passando e as coisas pareciam estar mais quente. Um certo dia meu filho ainda não tinha chegado notei a minha filha estava sem paciência, perguntei a ela

Dando para o pai da minha amiga

Vim para o Brasil visitar uma amiga minha que morava na Europa, mas se mudou para uma cidade no RS. Depois de três aviões (algumas masturbadas nas alturas) e quase 200km de carro cheguei numa cidade na Serra. Minha amiga me apresentou novamente para a sua família, pois faziam quase 10 anos que não nos víamos mais. Ela me apresentou o irmão, Luigi, um moreno alto, musculoso, com olhos verdes, extremamente sensual que ao me ver me comeu com os olhos. Logo pensei: “esta aí minha presa!”, me mostrou a mãe, Cecília, uma quarentona deliciosa que já me imaginei me esfregando e, por último, o Joel, o pai dela, um cara bem bruto, alto, grande, meio loiro, barbudo, tipo aqueles lenhadores… Fiquei olhando no quão grande ele era, mas não tinha me atraído.

Eu e meu irmão no swing

Estava confusa, nervosa, andando de um lado para o outro, só de calcinha ( peça que detesto usar a não ser para seduzir) procurando descobrir o que por sobre o corpo, que combinasse com o meu propósito final._Mas porque todo esse alvoroço, Bia?- perguntou Paulo, encostado no batente da porta do quarto – Parece que esta se preparando para seu casamento._ Sabe o que é, querido? Quando quero causar uma boa impressão, fico assim mesma, não sei o que por sobre o corpo._O ideal seria que você não colocasse nada sobre ele, que deve ser apreciado in natura. Eu prefiro que você fique do jeito que esta, diga-se de passagem, esta uma tentação._Nem vem que não tem. Nada de gracinhas agora. Poupe sua vitalidade para daqui a pouco, tá?_Temos um tempinho para nos distrairmos um pouco…_Nada disso. Você não vai sair dai de onde esta e eu vou continuar a procurar uma combinação correta de vestimenta._Mana, estou errado ou você esta nervosa por causa do nosso encontro?_Não esta errado não, me sinto confusa, sabia?