contos eroticos melhor amigo

Fazendo Troca troca com o melhor amigo

Me chamo Jefferson, e vou contar uma história verídica que aconteceu comigo a alguns anos, com meu melhor amigo.

Entre casais de amigos

Olá, meu nome é Alex, tenho 20 anos e moro em Belo Horizonte. Tenho os cabelos castanhos, bagunçados e lisos, pele branca e cerca de 1,71m de altura. Meu porte físico é normal, bem distribuído dentre meus 64kg. Eu namoro com a Lívia há alguns meses e irei relatar nossa primeira experiência de sexo grupal.

Eu, minha esposa e meu amigo da adolescência Parte 1

Nossa história começa na minha adolescência. Morava (e ainda moro) num condomínio com muitos apartamentos, e fiz uma grande amizade com Roberto, morador do mesmo prédio, um andar acima. Um cara extrovertido, sempre com um ar de felicidade estampado. No dia em que conheceu minha mãe já a conquistou. Frequentava a minha casa como se fosse quase um parente, com aprovação do meu pai e da minha irmã mais velha.

Filho universitário do meu amigo do interior

Desde que mudei para SP, sempre morei sozinho e curto muito estar só…….

Putaria Deliciosa na Argentina

Em outubro de 2017, meus pais ganharam um processo que moviam a anos e resolveram me dar uma graninha pois meu aniversario seria em dezembro, resolvi ir, pela primeira vez à Argentina, visitar alguns amigos que estavam lá fazendo medicina.

Amante do vizinho

Olá a todos, me chamo Marina, leio contos eróticos a um tempo e resolvi contar o meu, o conto é verdadeiro e fui fiel aos detalhes. Esse é o primeiro dessa saga, vamos lá. Tenho 22 anos, tenho 1,67 de altura e peso 58 kg, sou morena, cabelos longos e castanhos, olhos azuis, não sou o tipo gostosa, meus peitos não são grandes, tenho uma bunda grande, mas não é firminha. Moro numa cidade do interior do Paraná, e tinha um vizinho que é maravilhoso, dono da academia perto da minha casa, nome dele é Igor, 37 anos, uns 1,89 cm, cabelo um pouco mais comprido tipo príncipe encantado, um sorriso lindo e o corpo vocês devem imaginar por ele ser dono da academia. Ele sempre foi muito simpático, sempre cumprimentava em nossos encontros rápidos na rua.

Me arrependi de ver minha esposa com outro

Olá a todos. Esse é meu primeiro relato, e na verdade único até agora. Quando pensei em escrever sobre minha experiência achei que seria fácil, mas não sabia por onde começar. Vamos pelo começo de tudo então… Não sei exatamente quando comecei a me interessar, mas o fato é que há muito tempo eu estava guardando uma fantasia, mas nunca tinha tido coragem, até que encontrei minha esposa. Me sinto completo com ela, confio nela, e comecei a despertar nela a mesma fantasia. Na verdade, no início ela só aceitou porque eu insisti muito, e algumas vezes de tanto que eu insistia ela até se irritava e acabávamos por nos desentender. Também, não deve ser fácil quando o marido fala pra esposa que quer uma transa a 3. Moramos numa cidade do interior, e portanto um garoto de programa seria impossível. E como eu já tinha lido vários relatos e contos eróticos, ideias não me faltavam. Entrei num site desses onde solteiros e casais criam um perfil à procura da realização de suas fantasias e logo choveram propostas. Criamos um msn para isso, mas ela me deixou à frente para procurar, mas ela que decidiria. Teclamos com algumas pessoas, casais e solteiros, mulheres não pois ela é hétero e eu não tinha a fantasia de transar com outra. Depois de tc com algumas pessoas, um rapaz me chamou a atenção. Seu nome era artur. Na verdade era um casal, e chegamos a tc os 4 certa vez, mas depois de algumas vezes tc com ela, a esposa dele, achei -a meio problemática, então eu e minha esposa resolvemos descartá-la de nossa lista de possibilidades. Mas ele não. Mantivemos contato, e ele disse que ela era meio que mandona mesmo., mas que eles só saíam juntos. Falei com ele que poderíamos tentar ainda, mas sem ela, e por um tempo ele tentou me convencer, até que um dia disse que estava disposto a vir sozinho até nós. Teclamos por um bom tempo com ele, meses, e ele sempre foi paciente. Nunca mostramos o rosto, e ele nos mandou uma foto sua. Minha esposa não pareceu gostar muito, e eu nem sei se isso era bom ou ruim. A única coisa que eu sabia era que queria seguir em frente, o tesão sempre falando mais alto. No site coloquei algumas fotos dela com poses insinuantes, só de calcinha, e ele ficou doido, estava empolgado para nos encontrar, não era pra menos, rs. Minha esposa é morena, estatura mediana, cabelos encaracolados, uma cinturinha fininha, seios e bumbum carnudos e durinhos, redondinhos. Muito Gostosa. Marcamos então um dia para nos conhecermos pessoalmente, numa cidade vizinha a nossa, pois como nessa data ele estaria viajando daria para desviar da rota sem que sua esposa soubesse e nos encontrarmos na cidade combinadao. Ele foi de ônibus e nós de moto. Quando chegamos na lanchonete, ele desceu da moto e a viu logo de cara sentada à mesa, a nossa espera. Então virou pra mim e falou que ela é mais bonita do que imaginava. Fomos em direção à mesa e eles se cumprimentaram, apresentaram-se e sentamos, eu na esquerda, ela no meio e ele na direita, mas quase de frente para nós. Pedimos algo para beber e conversamos um pouco, na verdade ele falou mais, sobre essa fantasia, e sobre a experiência dele já ter saído com outros casais e tal. Achei que seria bom dar uns segundinhos pra eles conversarem a sós, pra ver se ela se soltava mais pois parecia meio travada com aquela situação e também pra eu relaxar um pouco, esticar as pernas pois estava muito tenso. Meu pau tava duro, rs. Saí com o pretexto de ir ao banheiro e a punheta foi inevitável. Minha esposa na mesa, com outro cara, faltava somente ela dizer que queria e eu veria minha esposinha fudendo com ele, e ele tava doido pra comer ela. Gozei rápido, e voltei pra mesa. Tinha acabado de gozar, mas logo o pau endureceu de novo: quando chego na mesa dou de cara com os dois se beijando. E não foi um selinho, foi um beijo mesmo, de boca, de língua, um chupando a língua do outro. Quando terminaram de se beijar eu já estava sentado numa cadeira ao lado. Agora eu que estava sentado quase de frente para eles, e eles sentados juntos. Continuamos a conversar, como se nada demais tivesse acontecido. Ele sempre elogiando ela, e ela parecia dopada: sorria para nós, agradecia os elogios e se beijavam. Parecia distante, mas ligada. Eu já tava confuso com o tesão e o ciúmes. Falei com eles que iria procurar um lugar pra dormir, e ele me pediu pra ficar lá com ela, para ela não ficar sozinha e se conhecerem melhor. Deixei-os e fui procurar o hotel, que logo encontrei, deixando reservado dois quartos. Na volta achei melhor ficar de longe e observar um tempo. Vi que ficavam conversando, ela atenta ao que ele dizia e ele sempre carinhoso, conversava e de vez em quando trocavam mais alguns beijos. Aí começaram os problemas. Fiquei meio mal pois a lanchonete era na praça, e mesmo sendo numa cidade onde não conheço quase ninguém, alguém poderia passar e conhecer-nos. Fui ao encontro deles e eless estavam na maior naturalidade, conversando numa boa. Disse que o levaria e que iria depois com ela, e o fiz. Deixei ele no hotel e fui buscar ela. Quando fui buscá-la, falei-lhe que queria conversar um pouco antes de combinarmos se iria rolar alguma coisa ou não. Disse a ela que todos aqueles beijos eram desnecessários, pois a exposição na praça era perigosa, alguém poderia nos conhecer. Perguntei se ela queria continuar, e se continuaria me amando. Ela me beijou, disse que eu estava e que não tinha pensado nisso, da exposição, e disse que queria sim, queria continuar. Nos beijamos novamente e senti no beijo dela o tesão que estava sentindo. Fomos para o hotel. Entre nosso quarto e dele haviam três outros quartos, e todos davam de frente para um estacionamento e a recepção do hotel. Ele já estava no quarto dele, pois quando o levei falei com ele que se decidíssemos levar em frente, que o chamaria. Nós entramos em nosso quarto e já fomos nos pegando, somente eu e ela, rs, e quando dei por mim estávamos nus, ela chupou meu pau com muita sede e sentou nele ,diferente, solta, o quarto cheirava a tesão. Perguntei a ela se queria mesmo que eu chamasse ele, e ela respondeu dizendo que eu queria ver ela dando pra outro e que agora eu iria ver, que ia dar gostoso pra ele, que queria dar a boceta pra ele. Nossa, aquilo foi demais, ouvi-la dizendo isso me deixou louco e gozei forte enquanto ela rebolava na minha pica. Ficamos deitados um pouco, nos acariciando. Falei com ela que iria chamá-lo, e combinamos de ela tomar banho enquanto eu e ele esperávamos na cama, e quando ela saísse eu iria pro banho pra eles conversarem mais um pouco, talvez mais uns beijos, mas que só começariam quando eu chegasse na cama também. Deixei o celular filmando tudo, e as partes que conto aqui mas que não estava presente foram baseadas no que o celular filmou e no que eles me contaram depois, ela em conversa e ele no skype. Tudo combinado, então fui ao quarto dele e o chamei, mas o recepcionista observava tudo. Dei a chave do quarto para Artur e fui na recepção comprar umas bebidas para o cara ter q sair de lá. Quando ele saiu, Artur foi pro nosso quarto. O problema é que o cara demorou demais, e Artur quando entrou no quarto ouviu o barulho do chuveiro e entrou direto, já foi agarrando ela. Quando cheguei no quarto e não o vi, fui no banheiro e eles estavam se beijando, ele vestido e ela nua. Olharam para mim e sorriram. Eu só consegui falar pra desocuparem o banheiro pra que eu pudesse tomar um banho. Ainda não tinha notado, mas só eu achava que aquilo tudo aconteceria conforme o planejado. Ele foi pra cama, e enquanto aguardava minha vez de tomar banho, a vi se arrumando. Colocou uma blusinha preta colada, perfume e uma calcinha de oncinha socada na bunda. Só um idiota acharia que um cara doido pra comer uma mulher e essa mulher de calcinha enfiada na bunda ficariam conversando numa cama. Mas eu fui um idiota. Eu ainda estava na porta do banheiro quando ela foi pra cama e ele já foi agarrando-a, ambos ajoelhados em cima da cama, e ele meteu a língua na boca dela e a abraçou agarrando sua bunda. Esperei ela esboçar alguma re
ação, tipo seguir o combinado, mas o que vi foi ela chupando a língua dele e o abraçando. Eu entrei no banheiro e eles continuaram se beijando, se agarrando, ele apertava a bunda dela dizendo que estava doido por ela, ela jogou a cabeça pra trás e ele beijou seus seios por cima da blusa. Vi o momento em que ela puxou a camisa para ele tirá-la. Ele passeava a mão no corpo de minha esposa, e não demorou para que logo com uma das mãos ele ficasse apertando sua bunda e a outra esfregando a bocetinha de minha mulher por cima da calcinha. Quando ele tentou colocar a mão dentro da calcinha, ela pegou seu braço e pensei: ela não vai deixar. Errei de novo. Ela pegou seu braço e empurrou a mão dele pra dentro da calcinha e ainda abriu as pernas. Deu uma gemidinha gostosa e ele sempre elogiando ela, dizia que sua bocetinha era quente, que ela era muito gostosa, essas coisas. Ela jogou a cabeça pra trás e ficava gemendo enquanto ele esfregava a mão por sua xana e bunda e a beijava. Quando ambos tiraram a camisa, ele avançou nos seios dela chupando. Ela apertou um seio contra o outro e levou em direção ao rosto dele, esfregando-os. Ela olhava pra ele, enquanto ele se esbaldava em beijos em seus seios e a apertava contra seu corpo. Não aguentando mais, ele tirou a calça ficando apenas de cueca, e o volume deixava claro o tesão que estava sentindo. Em determinado momento ele pediu que ela virasse de costas, colocou o pau duro pra fora e ficou batendo com ele na bunda de minha esposa, que empinada sorria. Aquilo era demais para mim, e embora eu quisesse que ela transasse com outro, a minha expectativa era de que como ela não demonstrava antes muito interesse, talvez por certa vergonha, timidez, em algum momento ela diminuísse o ritmo. Que nada. Ela virou de frente para ele e pegou no pau dele, fez cara de safada e se beijaram, deitando na cama. Ela por cima, se beijaram e esfregaram um no outro. A mão dele passeou pelo corpo de minha esposa, que respondia da mesma forma. Isso durou pouco, pois devido de tanto se esfregarem e tantas preliminares ele pediu que ela o deixasse gozar em sua bunda pois não estava aguentando mais. Ela disse não, e eu pensei que havia chegado o momento do gelo que eu esperava. Ele acabou gozando na coxa dela, enquanto se beijavam. Na verdade eu poderia parar aquilo tudo, mas tinha certeza de que aquele momento chegaria espontaneamente pela parte dela para acabar com meu sacrifício. Me enganei de novo. Ela olhou nos olhos dele e disse: – Você deve ter um pau muito gostoso, eu quero dar minha bucetinha pra você. Se antes vendo eles se esfregando já tava forte pra mim, imagina agora. Imagine ver sua esposa com cara de rendida, como se pedindo um favor, mandando outro cara comer a buceta dela! Artur ficou eufórico e partiu pra cima dela, beijando-a com força, e ela retribuiu. Não demorou e o pau dele tava duro de novo. Se agaixou e ela colocou a camisinha nele enquanto mordia os lábio. De tanto tesão que estava sentindo, nem conseguia disfarçar. Agora quando olhava pra mim só sorria, cara de safada, não estava mais se controlando, e dava atenção só pra eles: artur e seu cacete duro. Ele a pegou e a colocou de 4, montou nela com a pica dura entre as nádegas dela perguntando de quem era aquela buceta, e ela dizia que era dele, ele perguntava se ela ia dar pra ele e ela ficava dizendo que dava, repetindo várias vezes, enquanto ele enfiava o dedo em sua buceta. Ele se levantou pra ajeitar a camisinha e aí veio outra surpresa: ela geralmente é submissa na cama, mas quando ele se levantou ela empurrou ele deixando-o deitado e perguntou se ele gostava que sentasse na pica dele. Foi só ele dizer que sim e ela já foi tirando a calcinha, bateu uma punhetinha nele e se posicionou em cima dele. Tarada como ela estava, bucetinha molhada doida pra levar pica, ele só segurou pra ficar melhor pra ela e ela foi descendo, descendo mexendo e gemendo igual a puta. Cara, só de escrever isso meu coração já acelerou aqui. Só a lembrança já me deixa elétrico. Ele posicionou a pica e ela foi sentando. Vi minha esposa empinando a bunda, abrindo ela pra receber aquele mastro de carne buceta adentro, sentando na pica de outro macho. Ela foi sentando no cacete dele enquanto ele dizia que a buceta da minha esposa era muito apertada e gostosa, e ela só parou de descer quando já tava tudo dentro. Mandou ele não tirar e abriu a bunda com as mãos, pegou no saco dele e puxou como que para garantir que não tinha nada fora ou estava querendo mais e começou a rebolar e gemer. A respiração deles era pesada, ele chamava ela de gostosa, de putinha, e ela mandava ele meter, dizia q ele tinha um pau gostoso como ela achava. Ela cavalgava gostoso no pau dele, gemiam e se contorciam de tesão, ela estava sentando com gosto. Em dado momento ele disse q queria ficar por cima e levantou ela com a pica enterrada e a mandou abrir bem as pernas pois eu estava na cabeceira da cama e eles tinham deitado agora ao contrário, agora com os pés pro meu lado, e eu pude ver ele socando o pau dele socado na bucetinha de minha esposa. Ela já estava entregue a ele, obedecia sem questionar. Ele socava sem pena, e quando ameaçou dar uma parada ela rebolou forte e deu uma gemida que parecia uma bronca por ter parado, que foi respondida pelo retorno das socadas e os gemidos voltaram ao de gosto. Eu, estático, só assistia paralisado a foda que minha esposa proporcionava ao nosso amigo, ele estava se deliciando com ela, parecia q havia tempos que não comia uma mulher, e ela parecia uma puta doida pra trepar. Não foi surpresa quando ele anunciou que iria gozar e começou a meter mais rápido. Minha esposa gemia e mandava ele meter, e ele metia com mais força enquanto gemia também e dizia que estava gozando. A essas horas eu já tinha gozado batendo punheta, e fui tomar outro banho. Não sabia o que fazer. Ouví ele urrando enquanto socava a pica na minha mulher e ela gemendo de tesão. Ele caiu exausto em cima dela. Perguntou se ela gozou, e ela respondeu que não, mas que estava gostoso e que queria mais. “Me dá mais”, ela disse. Se viraram para que ela ficasse por cima, ele com as pernas abertas e ela no meio com as pernas fechadas. Ficaram se beijando, ele falando sacanagens no ouvido dela a elogiando e ela manhosa, só ouvindo e beijando. Saí do banho e eles ainda estavam assim, se acariciando, mas por coincidência quando os vi, ela passou a perna direita por cima da perna dele e enquanto se beijavam ela esfregava a buceta na coxa dele. Ele, que já estava com as mãos apertando a bunda dela, deslizou uma entre as nádegas dela e ficou alisando a bucetinha de minha mulher que já estava dizendo que aquela bucetinha era dele e que queria mais. Eu queria ver minha esposa com outro, mas aquilo estava sendo demais. Eu não imaginava que seria daquele jeito. Sabe, ás vezes pensava que seria só um transa e acabou, só o sexo, a penetração, ainda mais porque minha esposa nunca demonstrou muito interesse, parecia estar fazendo somente pra me agradar, e agora, depois disso tudo, de tudo o que eles já fizeram, vejo os dois agachados na cama e ela olhando pra mim de lado enquanto Artur está chupando sua língua. Nem vi a hora em que ele colocou a camisinha e a jogou de lado na cama com as pernas abertas e se posicionou entre elas. Ele bateu a pica dura na buceta dela chamando-a de gostosa, e ela, apressada, mandava ele meter logo segurando as pernas abertas. Fechou os olhos e soltou um gemidinho quando ele posicionou a cabeça do pau na entrada e num movimento só entrou sem pedir licença, deixando só o saco de fora. Girou ela na cama com a pica enterrada na minha esposa até ficar de costas pra mim, ele praticamente ajoelhado e ela deitada na cama e começou a meter freneticamente. Minha esposa soltou as pernas e abriu a bunda pra eu que a visse bem claro levando toda aquela pica até o saco. Eu só assistia, nunca imaginaria aquilo daquela forma, mas não tinha coragem de pedir pra parar. Eles gemiam, e eu via a cara de sofrimento de minha esposa, mas ao mesmo tempo ela olhava pra ele e sorria enquanto ele
metia. Uma hora ele se deitou sobre ela e a levantou, e a puxando se deitou fazendo com que ela ficasse sentada sobre ele, de frente para mim. Ela me olhou, jogou os cabelos para trás, sorriu e com uma mão me chamou, mas eu fiz que não com a cabeça. Ela continuou sorrindo, colocou as mão para tras, nas coxas de Artur, e começou a cavalgar na pica dele, olhando pra mim. Eu realmente não sei o que deu em mim. A confusão entre o tesão e o ciúmes era tanta que eu travei totalmente, não tinha ação nenhuma, só queria assistir. E embora no momento eu não estivesse gostando, a verdade é que foi muito lindo ver minha esposa sentando na pica do Artur daquele jeito. Ela realmente estava gostando, estava aproveitando a pica dele ao máximo, rebolava e mexia, ele delirava. Ela sentava forte, seus seios pulavam com ela e ele urrava de tesão. Artur perguntou de quem era aquela bucetinha e ela respondia olhando para mim que era dele. Ele se levantou, deitou a cabeça dela na cama e a ergueu pelas pernas, e deu uma chupadinha na bucetinha dela, que respondeu com um gemidinho fino. Artur colocou ela deitada de pernas abertas de novo, mas com um travesseiro embaixo da bunda dela fazendo com que a bucetinha dela ficasse alta, e quando ia meter ela abriu a buceta pra ele com as mãos. “O que você está fazendo, hein putinha” – ele disse, e ela só respondeu – “come logo”. E eu só assitia. Aquilo tudo era tesão demais. Minha esposa estava entregue de tal forma que eu nunca tinha visto. Não parecia ela mesmo. Ele meteu e logo estava socando rápido, até que virou de novo e ela ficou sentada sobre ele novamente. Minha esposa sentada sobre ele, cavalgando sua pica, de perfil, era realmente lindo. Ela contraía as nádegas contra ele, como se quisesse puxá-lo para dentro de si. Cavalgava e mexia olhando nos olhos dele, gemiam ao mesmo tempo, muito tesão mesmo. Houve um momento que ele pediu para ela parar um pouco mas ela não obedeceu, e se ele não tivesse tirado a pica arada, só esperando, acho que teria gozado novamente. Eles se levantaram, ficaram se beijando e se acariciando enquanto se observavam no espelho que tinha ao lado da cama. Ambos olhavam para o espelho, passeavam as mãos um pelo corpo do outro, até que ela pegou a mão dele e a colocou em sua bucetinha e com as próprias mãos apertou os seios oferecendo-os para que ele os chupasse. Ele tentava colocar na boca, mas não cabiam, chupava os seios de minha esposa enquanto esfregava a bucetinha dela com as mão. Ela já estava mexendo o quadril involuntariamente quando resolveu bater uma punheta pra ele, e assim ficaram os dois por um tempo, se beijando e mastubando um ao outro, ele sempre elogiando o corpo dela, e falando sacanagens, e ela só ouvindo e sorrindo, de vez em quando uns gemidinhos abafados dos dois podiam ser ouvidos. Mas foi por pouco tempo. Artur se levantou e eu pude ver que seu pau já estava duro de novo. Colocou minha esposa de 4 na beira da cama e ela ficou parada, só esperando por ele. Eu estava do outro lado da cama, de frente para ela. Ela olhava pra mim, sorrindo, cabelo bagunçado, seu rosto parecia estar em brasa, quente, cara de safada, e com uma das mãos estava abrindo a bunda pra Artur, que estava com uma mão também na outra nádega dela abrindo mais ainda sua bunda e na outra mão seu pau, duro, enquanto elogiava a bunda de minha esposa que ouvia tudo e continuava a sorrir pra mim. Cansada da demora ela mandou ele por, ao qual foi prontamente atendida. Ele meteu o pau na bucetinha de minha esposa devagar, até enterrar tudo. Ela fechou os olhos e abaixou a cabeça. Artur encaixou as mãos na cintura dela e começou a fuder minha esposa. Os cabelos dela balançavam junto com seus seios a cada metida que Artur dava. Ela respirava ritmada pelas metias, com a boca aberta e a língua de fora como um cachorro com sede, mas a sede dela era na buceta. Ele metia puxando o cabelo dela, batendo em sua bunda, chamando ela de safada e de puta. Ela só gemia na pica dele, mordia os lábio fazendo cara de safada e olhando pra mim e pro espelho vendo o reflexo deles fudendo. Ele metia sem parar. Em certo momento Artur se abaixou e colocou a língua na boca de minha mulher, que já foi chupando-a, enquanto tanto ele como ela ficavam mexendo. Ele se colocou atrás dela de novo e perguntou se poderia meter com força, e ela soltou baixinho um “pode”. Foi o bastante para ele socar o cacete contra ela. Seus corpos se chocavam fazendo aquele som característico, agora ele gemia também enquanto a chamava de gostosa e outros adjetivos que já vinha falando anteriormente, e ela gemia e mandava ele meter mais. Parecia uma briga onde ela estava disposta a todo custo a derrubar o pau de Artur e ele a destruir a buceta de minha esposinha. Ele seguiu por um bom tempo metendo forte nela, as socadas que ele dava chacoalhavam o corpo de minha esposa, mas ela não parava também e mordia o lábio e gemia olhando pro espelho, para que ele visse como ela estava. Quando ele diminuiu o ritmo, ela começou a jogar a bunda contra ele e mordendo a língua demonstrando que ainda queria mais. Ele se recostou contra a parede que era próxima da beirada da cama onde ele estava e ela ficou se movimentando num vem e vai fazendo o cacete dele continuar o movimento de entrar e sair dela. Ele deu uns tapas na buna e a chamou de safada, ela respondeu sentando toda e rebolando bem gostoso. Artur então meteu um dedo no cuzinho dela e ela voltou a fazer o vai-e-vem com a pica em sua bucetinha, mas não demorou e ela tirou o dedo dele de lá. Não sei porquê, pois ela fez cara de quem estava gostando de dar a buceta com um dedo no cu. Talvez porque antes de rolar tudo isso ela e eu tínhamos combinado dela não dar o cuzinho pra ele, mas se durante a foda algumas vezes ela me chamou e eu fiz cara de quem não estava conversando e não participei e assim mesmo ela não parou, porque ela se importaria agora? Bem, o fato é que ela tirou o dedo dele mas continuou a foda. A essas alturas ele já estava metendo de novo, mas os dois estavam exaustos. Eu? E eu, como estava? Ninguém parecia se importar. Eu estava chateado pelo fato dela não ter reparado que queria que ela parasse a transa, pois não estava curtindo. Eu estava chateado pelo fato dela sentir tesão com ele. Estava chateado por ela estar gostando da pica dele e da foda com ele. Estava chateado comigo mesmo por ter deixado tudo aquilo acontecer e não ter feito nada nem pra impedir e nem para parar. Eles se deram uns minutos de descanso e ficaram se beijando enquanto se acariciavam. Numa última tentativa de fazê-los entender que eu não estava gostando, e assim fazê-los parar, eu disse que ia sair do quarto pois não queria atrapalhar eles, e saí mesmo, fui pro quarto de Artur e fiquei lá por uns 15 minutos, aguardado que ele chegasse e eu pudesse voltar para meu quarto, mas como ele não chegou voltei pra lá. Encontrei Artur socando a pica na buceta de minha esposa que estava deitada de pernas abertas, gemendo e mandando ele meter mais. Ao invés deles pararem, começaram mais uma vez e ele já tava socando com força com minha esposa pedindo mais. Resolvido a fazê-los parar de qualquer maneira, tive que pedír a Artur que saísse e me deixasse a sós com minha esposa. Sem dizer nada, ele parou o que estavam fazendo, se vestiu e saiu. Sentei na cama e conversei com ela, falei tudo o que estava sentindo, disse a ela que lhe dei pistas que não estava querendo prosseguir com aquilo, mas que ela não viu ou fazia de contas que não estava vendo. Falei a ela que todas as vezes que ela me chamou eu demonstrei que não estava gostando. Boa parte das vezes que ela me chamou eu nem coloquei aqui, no relato, mas foram umas 5 vezes. Ela alegou que achou que eu queria ficar somente assistindo, e o fato de eu fazer sinal negativo quando ela me chamava que era negativo para participar, só iria assistir. Acabamos nos desentendendo. De manhã levei Artur de volta para a rodoviária, para que ele pegasse o ônibus para sua cidade. Ele tentou se explicar também, mas também me desentendí com ele. Na verdade, eu n
ão conseguiria me entender com ninguém, estava ainda muito confuso. Voltei para o hotel para buscar minha esposa e voltamos para casa. Passados alguns dias, depois de muito diálogo, nos entendemos, e hoje está tudo bem. Também conseguí me entender com Artur. Hoje assisto o vídeo do celular que deixei gravando e morro de tesão toda vez que assisto, e nessas horas penso em tentar repetir, mas acho que ainda não estou preparado, afinal nunca sabemos como realmente pode ser.

Puta safada que adora uma piroca grossa

Como já comentei em outros contos eroticos , não tem nada melhor que ter uma puta safada em casa , daquelas que quando esta com um comedor aproveita o maximo , sem se importar com o marido corno , todos sabem que minha puta adora pau grande , aqueles que a cabeça fica querendo entrar no cólon do útero, mesmo que depois ela fique cheia de dor por uns dias , mas assim que passa quer mais pau, pois bem, semana passada saimos para tomar umas cervejas e olhar o movimento pela cidade, pois tinha rodeio e festa populares na cidade, paramos o carro e descemos para apreciar melhor o movimento, e então estava passando um ex colega de faculdade de minha puta, que todos diziam ser gay, nada contra , cada um na sua , ele nos viu e veio até nós, e ficamos de conversa , como minha puta já tinha bebido um pouco, começou a lembrar do tempo da faculdade e das colegas, ela falava que a

O Primeiro anal a gente nunca esquece

O que conto erótico que vou narrar aconteceu e dessa  vez foi quando realizei meu primeiro anal, já faz algum tempo isso, então vou tentar detalhar o máximo possível.

Advogada sadomasoquista

Advogada Sadomasoquista Me chamo Isabella, tenho vinte e oito anos, sou loira de olhos castanhos claros, possuo um corpinho muito bem malhado e sou casada. Achei super interessante os contos eróticos relatados neste maravilhoso site. Há alguns meses escrevi algumas das minhas melhores aventuras para uma revista pornô, e venho recebendo cartas de elogios daquela revista até hoje. Decidi então contar um relato para este site, espero que gostem. O meu marido o Roberto, desde que nos casamos, nunca me satisfez na cama. Ele se esforça muito para conseguir gozar, as vezes tenho que ficar durante quatro horas direto com ele na cama, buscando as posições mais diversas na tentativa de ver um pingo de esperma sair daquele pau pequeno. Acreditem é uma coisa terrível. Mas felizmente o que me prende a ele é a generosidade, o respeito, o carinho, a ingenuidade e é claro a sua “grande fortuna”. Em prol deste fator, a anos que dou umas escapadas com algumas amigas e as vezes sozinha, buscando o sexo perfeito com diversos tipos de homens que encontro. E ele nunca soube de nada Vou lhes contar minha ultima transa. Trabalho numa defensoria pública, apesar do meu marido querer me extinguir de trabalhar, mas é obvio que nunca aceitaria, morreria de tédio dentro daquela casa sem ter o que fazer. Todas as sextas-feiras saio com meus amigos para dar umas bebidinhas e dançar em boates. Já fiz sexo com todos eles é claro, são seis no total e todos casados, transo com um, dois e as vezes com todos ao mesmo tempo e acreditem que até já enjoei dos mesmos. Na ultima Sexta, saímos todos para um barzinho de esquina e bebemos muita cerveja, eu sempre pago a conta, quem convida é quem paga esse é o meu dilema . Era um bar pobrezinho com duas mesas de sinuca, o tipo de bar que só tem velhos cachaceiros. Eram duas da madrugada, estavam todos como de costume um pouco bêbados. Todos estavam sentados conversando abóbrinhas, eu hora sentava no colo de um e de outro, beijando um e beijando outro e deixando que me passassem a mão nas coxas e seios. Não me considero uma puta, apenas amo demais o sexo. Percebi em certo momento, que havia dois homens de mais ou menos trinta anos sentados no balcão do bar bebendo cachaça e fumando cigarros. Pareciam dois jagunços, eram fortes e trajavam roupas velhas e rasgadas. Percebi que eles olhavam tudo que estava acontecendo em nossa mesa e aquilo me excitou muito. Resolvi então ir até eles. Cheguei no meio dos dois bem de pertinho e pedi um cigarro. Um deles então retirou o cigarro do bolso e estendeu a mão para me dar. Quando olhei para aquela mão grossa, calejada de muito trabalho e as unhas pretas fiquei ainda mais excitada. Pedi então que colocasse o cigarro na minha boca e acendesse, o homem obedeceu sem falar nada. O outro me encarava me comendo com os olhos. O que acendeu o cigarro olhou para mim e falou com uma voz grossa, “quer mais alguma coisa”, e respondi: “quero vocês dois dentro do meu carro agora.” Na mesma hora levantaram e pediram a conta. Peguei a bolsa na mesa onde estavam os rapazes, não falei nada com ninguém e paguei a conta dos dois homens e dos rapazes. Me abracei com aqueles jagunços e fui em direção ao carro. Abri a porta para eles, olhei para os rapazes dei um beijo na boca de um dos homens sentindo o bafo enorme de cachaça, e dei um tchauzinho para os rapazes. Todos me olharam com cara de palhaços sem entender nada. Ao entrar no carro me virei para o homem que estava do meu lado e perguntei para onde queriam ir trepar comigo o resto da noite. Responderam em qualquer lugar. Fui até a um motel barato mais próximo e estacionei. Ao chegar na portaria havia me esquecido que não poderia entrar com três pessoas num mesmo quarto, então paguei dois quartos e subimos os três juntos. Ao chegarmos no quarto havia uma cama imunda com um lençol embolado e baratas passando no chão. Em primeiras condições fiquei com um certo nojo mais se havia chegado até ali deveria ir em frente. Telefonei a portaria e pedi que me trouxessem duas garrafas de um whisky qualquer, para ter mais coragem. E enquanto esperávamos, tirei toda a minha roupa e chamei os dois para o banheiro junto comigo. Havia somente uma banheira pequena para uma pessoa, mas pelo menos a água era quente. Então fui até eles e comecei a desabotoar as camisas com todo cuidado, como se ali estivessem dois homens luxuosos. Eles fediam muito a suor, aquilo foi me deixando em brasas. Retirei a calca de um deles e fui surpreendida com uma ferramenta enorme, devia ter uns 23cm. Na mesma hora encostei meu nariz naquela coisa fenomenal e respirei fundo, para sentir aquele cheiro másculo. Naquele momento estava completamente molhada. Comecei a chupar o pênis daquele homem como se fosse o último do mundo. Olhei então para o outro, e percebi que já havia retirado toda a roupa. Aquele também não ficava para trás, não era grande mas era bastante grosso. Os dois homens eram extremamente feios, mas o que me interessava no momento não era a beleza e sim sentir aqueles jagunços me estuprarem com todas as suas forças. Tomamos um banho rápido, onde fiz uma breve chupeta para os dois, sem fazê-los gozar, afinal eu queria me divertir a noite toda. Fomos para cama e as bebidas já haviam chegado, o dois homens abriram-na com rapidez e beberam no gargalo como se fosse água. Percebi que um deles havia colocado uma arma em cima de uma mesa. Aquilo me deixou um pouco assustada, pois nunca gostei de armas. O outro pegou sua calça e retirou um saquinho de cocaína de dentro. Derramou-o na mesa e perguntou se eu queria, respondi que não e que a única coisa que queria era sexo. nunca gostei de drogas, apenas bebo muito. O dois cheiraram uma enorme quantidade daquele pó e vieram em minha direção. Eu estava deitada com as pernas cruzadas, um pouco receosa com que havia presenciado. Resolvi não me preocupar muito e derramei a metade do whisky que estava na garrafa, os dois começaram a rir. Então fui em direção a eles e disse: “pegue o seu cinto e me bata”, ele respondeu que era exatamente o que iria fazer. Pronto… a excitação havia chegado no auge. Disse a eles que seria sua escrava durante toda a noite. Me pus de joelhos, fui engatinhando até os pés dos dois beijei e passei a língua. Eles pareciam não acreditar no que haviam presenciado. Uma mulher daquele porte se sujeitar daquela maneira. Daí um deles me pegou pelos cabelos e disse: “Você quer ser nossa escrava sua piranha, então vai desejar nunca ter nos conhecido.” Não liguei para o que ele disse na hora e comecei a rir. Me jogaram em cima da cama e me puseram de quatro. Comecei a gritar pedindo que me surrassem. Os dois pegaram seus cintos grandes de coro velho e dobraram na mão. Beijaram minha bundinha que estava toda arrebitada e branquinha até aquele momento, e disseram: “Quero ver você chorar sua égua.” E os dois de uma só vez me deram a primeira chibatada. Soltei um enorme grito, e fui jogada para fora da cama com a dor, escorreram lágrimas instintivamente naquele momento. Em seguida amarraram um pano sujo na minha boca. Me puseram deitada de costas sobre a cama. então começaram a dar fortes estocadas sobre minhas nádegas e costas. Eu gemia e chorava de dor, sempre gostei de apanhar, mas aqueles homens eram fortes demais e eu não havia medido as conseqüências. Foram muitas chibatadas, eles riam e me batiam com mais força. Depois de uns seis minutos de seguidas chibatadas eles pararam, já não tinha por onde sair lágrimas de mim. Minhas costas estavam dormentes, e não sentia minhas nádegas. Retiraram o pano da minha boca. E se deitaram na cama um de cada lado, eles haviam ficado suados por causa das chibatadas. Eu não sabia se sentia prazer ou se chorava, estava fora de sí. Começaram a morder os meus seios com força e enfiar os dedos com violência na minha vagina. Disse a eles para ir com mais calma dessa vez. Levei um enorme tapa na cara por ter falado aquilo. Um deles me colocou por cima e enfiou aquela pica enorme de uma vez só em minha vagina, soltei um gritinho de dor
e fui me acostumando. O outro veio por trás cuspiu no cú e foi metendo com violência, o que estava embaixo puxou minha cabeça e me deu um beijo para que não gritasse. Quando dei por mim, estava sentindo o saco encostando na borda do meu cú. Sentia uma dor acompanhada de um prazer incrível, ser enrabada por dois homens enormes de uma só vez. Os dois gemiam como cavalos, com seus bafos quentes no meu pescoço, dando estocadas firmes e fortes sobre mim. Estava louca de prazer. Ficaram naquela posição durante quase uma hora, quis mudar de posição mas eles não deixaram. Por fim o que estava me enrabando por trás saiu, e disse que ia gozar, o que estava embaixo me tirou de cima dele. Senti um vazio dentro de mim naquele momento, olhei pra minha vagina e havia um pouco de sangue escorrendo, meu cú estava dormente e totalmente aberto. O homem que ia gozar puxou minha cabeça com violência sobre seu pau e disse que ia ter de engolir tudo se não iria apanhar, abocanhei aquele grosso cacete enquanto o homem empurrava minha cabeça pra trás e pra frente. Engoli uma quantidade enorme de esperma que jorrou como cachoeira em minha garganta. Lambi os beiços e fui em direção ao pau do outro. Ele olhou para mim e disse que queria me foder mais, respondi que não agüentava. Levei outro tapa na cara. Me colocou de quatro e enfiou seu enorme cacete no meu cú. Aquela pica era maior que a outra, senti uma dor horripilante ao ser penetrada de uma só vez. Encostei a cabeça na cama e fiquei com a bunda empinada para cima para facilitar. Passaram-se cinco minutos de fortes estocadas, foram os melhores momentos daquela noite, ser enrabada com firmeza por aquele homem, eu gemia todo o tempo agradecendo aquela enorme pica. Quando por fim senti aquele liquido quente entrar pelo meu cú. Então retirou sua pica me deu um tapinha na bunda e me chamou de gostosa. Dei uma chupadinha em sua pica aproveitando um restinho de esperma daquela coisa maravilhosa. Deitei na cama quase morta sentindo o liquido vazar pela minha bunda e pedi a eles que se deitassem do meu lado e dormir comigo o resto da noite. E por fim eles começaram a se vestir, perguntei para onde eles iriam. Me disseram que tinham que voltar para casa e dormir com suas esposas, e não podiam mais perder tempo com uma puta como eu. Levantei da cama fui ao encontro deles, peguei duas notas de cinqüenta reais, coloquei dentro da cueca de cada um e falei: “quando quiserem me foder de novo e só me ligar, aqui esta meu telefone, pago mais da próxima vez. Me apaixonei pelos seus cacetes”. Dei um beijo longo na boca de cada um e pedi que me comessem mais um pouquinho. Eles agradeceram e me disseram que da próxima vez iria ser melhor. Paguei a conta e fomos embora, disse que iria levá-los até em casa. Me disseram que a casa deles era muito longe, eu respondi que não me incomodava. Pedi a um deles, (o da pica menor) que fosse dirigindo, para que eu fosse com o outro no banco de trás do carro. Queria aproveitar até o ultimo momento junto daquela pica. Entramos no carro e começei a alizar o pau dele por cima da calça, dando lhe uma beijo na boca. Ele me chamava de linda e de gostosa. Perguntei se queria parar em qualquer bar para beber mais um pouco e ele respondeu que não. Falei que iria sentir muita falta da pica dele, pois nunca tinha visto uma igual, e disse que a mulher dele tinha sido premiada. Abri o zíper da calça e iniciei uma chupeta com todo o carinho e amor. Quando ele gozou engoli até a última gota daquele liquido sagrado. E por fim chegamos no local onde moravam, era um vilarejo bem pobre. Fui em direção ao amigo dele dei um beijo no rosto e o perguntei se queria mais um boquete para terminar a noite. Ele disse que já estava tarde e tinha que ir embora. Me despedi dos dois e pedi implorando para que não me esquecessem. Os dois foram embora sorridente e eu fui realizada. Cheguei em casa eram mais de quatro da manha e me deparei com meu marido coitado roncando feito uma mula na cama. deitei do lado dele sem tomar banho, queria ficar impregnada com o cheiro daqueles jagunços até amanhecer o dia. Me abracei com meu marido levantei sua cueca e pus a mão naquela coisinha, imaginando estar com o jagunço do meu lado. E minha vida é assim…

Uma Bela Morena e sua Namorada

Olá amigas e amigos teste site de contos eróticos, venho contar mais umas de minhas aventuras, mas deixa eu me apresenta para os que não leu minhas historias anteriores, sou Morenoalto37, trabalho em uma grande empresa de Logística em Belém-Pa, tenho 51 anos, sou moreno claro,1,80m, 100kg, olhos e cabelos negros, casado a 26 anos, por isso sempre só irei dizer somente a primeira letras dos nomes por motivos óbvios. No meu conto anterior conheci “A” uma bela morena que me conversou que é BI, que tinha uma namorada mas gostava de sai com homens também. Saímos algumas vezes sempre fantasiando a presença de sua namorada coma gente. Ate que “A” me apresentou “B” como sento seu colega de trabalhos.  Começamos a sai os três juntos mas sem nada acontecer somente como bons amigos e tanto o maior apoio ao namoro delas, olhava elas se beijando e se acariciando no banco de traz do meu carro e sempre desejando esta no meio delas, mais nunca forçando nada. Ate que num sábado estava no trabalho quanto “A” me liga dizendo que estava com “B” e perguntou se poderia busca-las em Icoaraci, falei que já estava terminando meu trabalho que estaria com

A dona do Gelatto

Olá, meu nome é João. Tenho 21 anos e sou estudante de Direito numa instituição de ensino muito conhecida em Brasília. A história que eu venho lhe contar nesse momento tem traços de realidade e traços de um sonho que eu tive.

Liberando a esposa safada em Curitiba

Vou contar como ajudei um amigo a ser corno e convencer a sua esposa. Sempre procuro publicar minhas aventuras, conheci Lucas através de outro conto que publiquei o mesmo me mandou e-mail dizendo que era casado com Luiza, ambos 27 anos e casado a 4 anos e moram em Curitiba também.

Fim de semana na praia

Olá me chamo Laura, tenho 20 anos. 1,64.peso 65 kilos.

Cadela feliz de DOM GRISALHO – parte I

A cadela está na compreensão que ela mesma tem de seu papel na vida do seu DONO. Podemos dizer que por trás de um grande DONO esta uma grande cadela. Grande porque ela adora ser cadela, se sente totalmente realizada em ser cadela. Para essa cadela o seu DONO representa tudo em sua vida. Dedica-se com ardor e entrega sua vida em prol da satisfação Dele, o seu DONO que é toda a razão da sua existência. Um DONO, um MESTRE, um DOM não o seria se sua cadela não se entregasse a ele. Uma cadela é uma cadela porque ela deseja o seu DONO, ela quer seu DONO e quanto mais ela deseja seu DONO, mais cadela se torna para Ele. O DONO sábio reconhece o valor da sua cadela, pois ela também o completa. (autoria não conhecida)

Minha primeira vez

Oi, galera, beleza? Eu entendo que como seja minha primeira vez aqui no site, tenho a obrigação de falar um pouco de mim né? Então, meu nome é Wallace, tenho 18 anos e sou do sul fluminense. Tenho 1,65m; sou versátil, 18cm uncut, cabelos e olhos pretos, branco, relativamente magro(sim, pretendo entrar na academia em breve; entretanto não sou palito, tenho corpo né?) a galera acha que eu sou bonito e talz; não me acho tão atraente, só acho que sou safado mesmo.

Me arrependi em ver minha mulher com outro

Olá a todos. Esse é meu primeiro relato, e na verdade único até agora. Quando pensei em escrever sobre minha experiência achei que seria fácil, mas não sabia por onde começar. isso aconteceu há algum tempo, mas vamos pelo começo de tudo então…

Casado perdendo as pregas

Tenho 1,75 alt e peso 78 kg, sou casado 2 filhos, 43 anos, o que passo a contar foi acontecido….