comendo a nora novinha

Exibindo minha esposa

Já contei outros casos, esse foi também um caso real que viví com minha esposa. Me chamo Marcelo e minha esposa Rosimeire, somos de Maceió, casados há 20 anos temho 47 e ela 45. Com menos de 1 ano de casado eu já gostava de exibir minha esposa e toda ás sextas feira eu chegava em casa mais tarde pois gostava de tomar um chopp com os amigos e ela ficava me esperando até 2, 3 da manhã. Um ceto dia ela me disse que se eu chegasse cedo em casa ela ia fazer o que eu queria e que ela nunca teve coragem sair na rua com uma sainha que eu cortei bem curtinha, eu não acreditei no que estava ouvindo, topei na hora e cheguei cedo em casa começamos a tomar umas cervejas e lá pras tantas da madruga, ela já meio biritada vestiu a sainha colocou um batom forte, ficou parecendo uma putinha e me chamou para sair na rua. Moravamos no 3 andar de um condiminio chamado Rui Palmeira, aqui no bairro da Serraria, ficamos 40 minutos só paciando pelas ruas, foi delicioso, quem passava ficava olhando para ela e ela toda envergonhada e eu exitadissimo. Na outra sexta feira ela me disse que se eu chagasse cedo em casa ela não só ia sair com a sainha mas também ia ficar só de calcinha e sutiã na rua, e eu cheguei logo cedo, tomamos umas cerverjinhas e lá pras 2 da manha saimos para paciar e ela chegando em um lugar mas escuro tirou toda roupa ficando só de calcinha e sutiã, foi maravilhoso. Na outra sexta perguntei se chagasse cedo o que ela faria e ela falou que ia descer do nosso apto no terceiro andar sozinha sem mim e eu ficaria só esperando ela chegar e foi o que aconteceu, ela levou a chave e eu fiquei preocupado pois demorou 30 minutos lá em baixo desfilando só de sainha pelas ruas do bairro. Na outra sexta disse a ela que nunca mais chegaria tarde se ela saisse totalmente peladinha e sem mim, pra minha surpresa ela topou, eu disse a ela que ela teria que ir até uma padaria que ficava 3 rua depois da nossa e ligasse pra mim do orelhão que tinha em frente a padaria e ela concordou, na sexta bebemos um pouco e na madrugada ela me beijou tirou toda a roupa e disse chegou o momento, saiu e depois de 5 minutos o telefone tocou era ela, disse já estava na padaria como eu pedi toda peladinha, disse que estava exitadissima e que estava adorando aquilo tudo e que ia ficar mais alguns minutos, foi maravilhoso, não tem como explicar, na época ela tinha 26 anos e eu 30. Hoje moramos em Maceió no bairro da Serraria. Casais maduros que queiram conversar pode mandar recado para – [email protected] – posso sair com casais para bater papo e se desejarem ficar só olhando vcs transarem sem participar. Marcelo o corno de Maceió.

O Dia que comi uma mulher de verdade

Bem neste relato vou contar como perdi a minha virgindade, e comi uma xoxota pela primeira vez. Tudo começou quando trabalhava em uma locadora de video, em são paulo, e conheci uma senhora, bem mais velha que eu que ia praticamente todos os dias lá, alugava 2 filmes e 1 porno, e isso se repetia diariamente, exceto aos sábados que a quantidade era dobrada pois não abria-mos de domingo.

Meu marido é um corno

Oi pessoal tudo bem, Vou relatar mais um caso que ocorreu comigo, são fatos reais que aconteceram ao longo do meu casamento que vou relatando, não omito nada, nome, cidade que moro e até mesmo o nome do meu marido, pelo motivo que já expliquei em outro conto, relembrando a todos, meu nome é Lucineide, Moro em São Bernardo do Campo, sou casada a 14 anos com meu marido que se chama Reginaldo e tenho 2 filhos que não são dele, e sim do meu ex namorado chamado Sandro.

Na cama do cunhado roludo

Nada mais justo que começar contando para vocês como foi nossa primeira foda.

Vontade louca pelo meu vizinho

Moro em uma apartamento e recentemente mudou um vizinho p/ cá que me deixa molhada só de ver ele chegar. Ele é alto, não é malhado mais é grande, cabelo e barba grisalha, deve ter uns 50 anos. Eu tenho 40 anos tenho 1,60 e 52 kg, sou branquinha e cabelos lisos e ruivos. Outro dia eu já tinha bebido um pouco e estava sozinha em casa, aaa sou casada, então desci p/ pegar meu celular que tinha esquecido no carro e ele tava chegando. O carro dele fica bem do lado do meu, ele estava parando o carro e eu ja dentro do meu procurando meu celular. Como ia apenas pegar meu celular desci com

Comendo a Minha Cunhada Novinha

Não vou divulgar nomes pois trata de um fato real, tenho 30 anos e estou com minha esposa a 12 anos, mas minha cunhada que hoje tem 21 anos sempre me chamou a atenção desde que completou seus 18 aninhos, “magrinha, seios pequenos ideais para serem devorados pela minha bocona, bumbum grande empinado, branquinha, uma delicia de cunhada! Algumas vezes já falei sobre sexo com ela, mas nada muito avançado.

O Senhor Conhecido.

Estava me sentindo uma inútil na casa dos tios, meus primos viajaram e eu não fui, por ter ficado em segunda chamada em matemática.

A putinha do shopping

Essa vai ser uma história direta, pois é meu primeiro relato, vamos lá. Me chamo Luiz tenho 25 anos e trabalho no shopping, sou bonito, bem dotado e casado. Sempre fiel e satisfeito com o que tenho.. até ter encontrado uma verdadeira vagabunda em uma outra loja do mesmo shopping. Ela se chama Júlia e só de pensar nesse nome meu pau já pulsa. Uma safada de primeira, deliciosa.

Estuprada no Metro

Naquele dia seguinte eu fui despertada com a Jeny alisando minhas coxas e tocando de leve minha xana….. Abri os olhos. Ela me trouxe meu café da manhã. Depois do meu desjejum, eu tomei um banho rápido e ela voltou para o meu quarto. Jenny havia passado a ser tudo na minha vida, menos empregada. Virou amante, conselheira, melhor amiga, dama de companhia, mas acima de tudo…. “personal stylist”. Ela fazia questão que eu usasse as roupinhas mais provocantes quando eu ia para o trabalho. Adorava que eu me exibisse, me obrigando a usar saias cada vez mais curtas e blusas cada vez mais decotadas. E sempre de meias e sapatos altos. Eu me sentia exposta desde o momento em que saía de casa até a hora de voltar. Todo mundo na rua virando a cabeça para ver aquela mulher vestida de maneira extravagante indo para o trabalho; ouvindo todo tipo de piada até as mais grosseiras. Eu sentia um medo horrível de ser abusada por algum homem ou até de apanhar de alguma esposa ciumenta. Acho que ela ficava numa excitação meio louca de me imaginar correndo perigo pelas ruas ou fugindo de algum tarado. E eui confesso que eu também sentia um tesão irresisitível de me vestir assim. Eu sabia que era desejada por todos por onde passasse. Então, enquanto eu terminava de me enxugar, a Jeny tira um par de meias pretas da gaveta e as joga sobre a cama. – Voce não vai colocar em mim, Jeny? Perguntei. — Não princesa. Dessa vez eu quero ver voce colocar. Ela respondeu Eu então me sentei sobre a cama e peguei a meia que ela me deu e pus eu mesma, enquanto olhava para ela de um jeitinho bem safado, puxando a meia devagar desde a ponta do pézinho até o alto das minhas coxas gostosas. Percebi como ela me olhava de volta enquanto eu acariciava deliciosamente minhas pernas. Depois eu fiquei deitada de costas sobre a cama, fazendo poses sexys para provoca-la, me alisando e esfregando minhas pernocas metidas naquelas meias pretas. Então a Jeny abre a porta do closet e de lá ela tira um par de botas pretas, bem altas, de couro macio, bico fino e salto agulha que iam até um acima do joelho e se sentou junto de mim. Então ela pegou no meu pézinho e beijou ele para me calçar com aquelas botas, subindo o zíper e alisando as minhas pernas vestidas com as meias 7/8. Nossa! Como aquelas botas casavam com as minhas pernas e ainda conseguiam valorizar cada curva dos meus pés. Depois ela catou um corselete tomara-que-caia de cotton branco com um ziper na frente. Era uma decisão ousada, porque às vezes ele caía mesmo e se bobeasse deixava aparecer os biquinhos rosados dos meus peitos. Fiquei a me observar enquanto ela me vestia na frente do espelho. Estava extremamente gostosa só de botas, meias e de corselete. A Jeny também deve ter achado, porque ela me abraçou por trás e meteu a mão entre as minhas coxas, bolinando a minha xana. Me encolhi em seus braços e apertei minhas pernas enquanto ela me tocava. Em seguida a Jeny vasculhou todo meu armario ate encontrar uma mini de couro marrom bem curta que eu tenho e vestiu em mim. Ela fica acima do joelho, no meio das coxas. É bem elegante pra falar a verdade, mas as barras de renda das meias estavam quase aparecendo. Pensei como meus colegas reagiriam quando me vissem vestida daquele jeito. Aí eu falei com ela: — Jeny! Olha isso! — Deixa de ser boba, foi o que ela respondeu. Você esta um tesao! — Mas Jeny! — Eu quero que voce vá assim para o trabalho. E riu. Aposto que voce nunca foi mulher para andar assim… Quero só ver se essa sua chefe não vai te agarrar de uma vez quando te ver! Sorri… Verdade. Sentia-me mais mulher do que nunca! Fiz uma bela maquiagem e saí e enquanto andava pelas ruas, fazia tudo para chamar a atenção. Caminhava requebrando levemente as cadeiras e sabia que todos os olhares eram para mim. Dos homens, da mais pura volúpia, e das mulheres, da mais pura inveja! Parei na estação do metro, e enquanto eu esperava de pé, na plataforma, eu juntava meus pés calçados por aquelas botas fantasticas e punha-me a esfregar meus joelhos, só pra provocar e sentir a maciez das meias 7/8 que eu usava. Sentia-me extremamente sexy, mas ao mesmo tempo exposta e vulnerável, imaginando como seria se alguem abusasse de mim dentro do metro lotado. Isso eu saberia mais tarde antes de voltar para casa… Já quase no final do expediente, quando eu estava retocando a maquiagem para sair, a megera da Beatriz me chama na sala dela para pedir que eu levasse uns balancetes da empresa para o nosso contador. Ela era terrível. Vivia implicando com as minhas roupas e pegava no meu pé por qualquer motivo. Adorava me por para trabalhar feito uma louca e me botar correndo para cima e para baixo nos corredores do firma. Só que o escritório do puto ficava na Pavuna! Falei com a criatura que aquilo era impossível. Mas aí ela disse que o contador tinha que levar aqueles documentos para a Receita Federal no dia seguinte de manha cedo, se não a firma seria multada em sei lá quantos mil reais, que aquilo podia comprometer a saúde financeira da empresa, que a responsabilidade ia toda cair sobre as costas da Adriana… e que a belezinha do motorista não podia ir porque ele foi levar a esposa grávida para fazer um pré-natal. Resultado: sobrou para mim. Isso eu só saberia mais tarde, na volta do trabalho, quando o metrô estava realmente lotado! Eu esperei pelo trem por um longo tempo na estação, cansada, com meus pés doendo dentro das minhas botas altas, me equilibrando num pé e noutro enquanto aguardava… tensa…. Quando a composição chegou ela já estava repleta de gente. Entrei e me posicionei como pude segurando a barra de ferro que fica no alto do vagão com as duas mãos. Havia um rapaz jovem na minha frente que pareceu não me dar atenção, a não ser quando o trem se pos em movimento e meus seios esbarraram nas suas costas. Ele deu uma rápida olhadela para mim mas eu virei meu rosto para o outro lado. E eu reparei que ele ficava me encarando e eu estava realmente incomodada com aquilo, sendo secada daquela maneira por um rapazote que certamente iria se masturbar pensando em mim quando chegasse em casa. Na próxima estação entrou mais gente no vagão que ja estava apinhado. Nisso eu me senti sendo empurrada de encontro ao rapaz de um modo que eu não pude evitar e fiquei realmente imprensada entre ele e um homem que ficou bem atrás de mim de modo que eu mal podia ver seu rosto. O trem pos-se novamente em movimento e dessa vez eu é que fui esbarrada pelo sujeito que estava atrás de mim tão colado. Foi aí que eu senti o volume da sua pica dura pressionar a minha bunda por cima da minha saia curta, e o balanço do trem fazia aquele volume se esfregar nela. O que é isso?… Pensei na Cida. Será que ela estava acostumada com isso? Até que era gostoso. Nunca passei por isso antes. Então eu resolvi provocar o cara um pouco e empinei meu bumbunzinho me oferecendo para ele… Aposto que ele nunca chegou perto de uma mulherzinha como eu, toda saradinha, gata de academia… Comecei a sentir sua respiração no meu pescocinho. Aquilo me deixou arrepiada. Meu instinto de mulher dizia que eu era intensamente desejada. Sorri comigo mesma. Mas aí, o sujeito resolveu levantar a minha saia e colocar a pica dura entre as minhas nádegas durinhas, fazendo um sanduiche de lingüiça com elas. Levei um susto danado e um suspiro abafado soltou-se da minha boca. Tentei sair dali, mas era impossível. Eu não tinha para onde ir. Aí e senti a mão daquele homem alisando as minhas coxas e expondo as barras de minhas meias 7/8 enquanto ele pressionava a piroca na minha bundinha. Minhas pernas ficaram todas de fora, cobertas só pelas meias. Tirei as mãos da barra de ferro para tentar baixar minha saia, mas eu acabei perdendo o equilíbrio com o trem em movimento e tive que me apoiar no rapaz que estava na minha frente. Ai! Falei para o sujeito: — Voce quer me largar! Olhei em volta em busca de socorro mas todos os olhares se desviavam do meu. Em seguida o sujeito baixou a minha calcinh
a e enfiou a pica dura no meio das minhas pernas! Prendi a respiração! Que loucura era aquelaa?!!  Ahhhnnn!!! Que ousadia! Pare com isso! Reclamei E me debatia e fazia de tudo para me livrar dele mas era impossível. E o que era pior, aquilo só aumentou sua excitação! Depois ele começou a lamber meu pescoço e mordiscar minha orelha, sentindo o perfume doce e suave que exalava dos meus ombros nus. — Ahhhhnnn me solteeee, suspirei. E virei o rosto enojada enquanto eu ficava nas pontas dos pés apertando minhas pernas e esfregando minhas meias. Olhei em volta desesperada por socorro, mas reparei que aquele ataque à minha pessoa não passava despercebido pelos outros passageiros. Ao contrário. Todos ali se deliciavam em me ver indefesa diante daquela situação. Uma moça jovem, linda e sofisticada como eu, deliciosamente vestida; de meias 7/8 e botas altas, metida naquele trem e sendo abusada de maneira torpe por um desconhecido! Fiquei morta de vergonha! Não consegui tomar mais nenhuma atitude a não ser tentar baixar ao máximo minha saia para cobrir minhas pernas e sentir a pica imensa daquele homem preenchendo o espaço entre as minhas coxas E ele ficou ali o tempo que quis, apalpando minha bunda e meus seios, me alisando toda enquanto eu tentava tirar suas mãos de cima de mim e rebolava e esfregava minhas pernas em desepero com aquela pica entre elas por váaaaarias estações e quase implorava para ele me deixar: — Me solteee! Pareee! E gemia baixinho, com a boquinha entreaberta: — Ahn! Ahn! Ahn! Ahn! Minha bucetinha estava encharcada e eu estava a ponto de gozar! Até que de repente eu me senti sendo penetrada! Subi na pontinha dos pés e soltei um suspiro: — Aaaahhhhnn!! E joguei minha cabeça para trás. Comecei a gozar assim que eu senti a pica do sujeito entrando dentro de mim, me abrindo toda. Meu corpo todo corcoveava imprensado entre os dois enquanto aquele desconhecido gozava dentro de mim e eu gozava junto com ele e dava gritinhos agudos a cada estocada que eu recebia daquela pica. Depois que ele acabou comigo ele saiu rápido de cena. Não deu nem para ver quem era. Tentei olhar em volta mas o trem parou novamente e um bocado de gente desceu. Fiquei aparvalhada com aquilo mas eu ainda pude ouvir algumas pessoas comentando: Putinha… Teve bem o que mereceu… Ajeitei minha saia e sentei-me no primeiro banco vago que eu vi. Senti uma coisa melada descendo pelas minhas coxas. Nem sei com que cara eu cheguei no escritório do contador. Só sei que eu entreguei rápido a papelada para ele e ele nem me convidou para entrar. Mais tarde quando eu cheguei em casa a Jeny me perguntou:  Então minha tesudinha, como foi sair toda gostosa desse jeito?

Novinha Crente Casada Querendo Putaria

Olá pessoal, esse é o meu primeiro conto aqui, me chamo Victor 29 anos casado motorista aqui em Curitiba, Tudo começou há uns dois meses atráz, trabalho de motorista em uma grande emprese de Curitiba. Vamos ao que interessa certo dia estava reailizando uma entrega no bairro boqueirao aqui em Curitiba foi quando conheci a Mirian, uma evangelica novinha de 22 anos casada…. Logo que cheguei ao estabelicimento há vi meio desanimada logo lhe desejei bom dia e perguntei se estava tudo ok, quando me surpreendi com a resposta ela disse que poderia estar melhor… Fiquei calado terminamos a entrega fui embora, na outra semana cheguei ja um pouco mais intimos conversando com ela descobri que ela estava desanimada com o casamento, falei que era normal mas passava ele respondeu espero.. Há mais ou menos um mês consegui seu numero de telefone começamos a conversar por whatsapp, logo nas primeiras conversas ela foi se soltando e confessou que o seu marido não estava correspondendo ela na cama, disse há ela que poderia sojuda la mas isso teria que ser um segredo nosso, ela relutou e na quarta feira passada marcamos de se encontrar em um shopping aqui de facil acesso para nos dois, quando ela chegou nao acreditei linda magra baixinha seios fartos e longos cabelos lisos,nos encontramos no estacionamento conversamos bastante ate que rolou o primeiro beijo intensso quente aquela boca deliciosa me deixou louco, quando fui pegar nos seus peitos ela relutou mas deixou duros deliciosos ficamos mais um tempo ali e paramos… Hoje faltei ao serviço e ela estava de folga marcamos de nos encontrar pela manha se encontramos e fomos ao motel, ela ainda meio assustada e com medo mas com muito tezao estava mais uma vez linda, logo que entremos ao no quarto nos abraçamos intenssamente e nos beijamos prontamente levei a mao aoseu bumbum, que delicia durinho há levei até a cama tirei sua saia e seu sutien deixei ela apenas com seu fio dental chupei ela muito ela urrava de tezao isso foi me deixando cada vez mais louco de tezao fpi quando tirei o pau pra fora e coloquei ela pra mamar que boquinha deliciosa e um pouco inexperiente mas aos pouco ela foi se acostumando… Me. Disse que o marido nao deixava ela chupar pois a religiao deles é muito rigorosa…Coloquei ela de 4 e fui tirando sua tanguinha a primeira linguada foi no seu cuzinho ela estranhou no começo depois começou a deçirar na minja lingua depois de muito tempo ha chupando… Fui colocando o pau bem gostoso naquela bucetinha molhadonha de 4 pra mim bem apertadinha dei muitos tapas ela pedia cada vez mais de recatada ela foi se tornando em uma putinha maravilhosa, peguei ela no colo e coloquei pra cavalgar ela pulava e rebolava no meu pau como uma louca foi ai que ela gozou pela primeira vez, voltamos para a cama a deitei coloquei o calcanhar dela nos meus ombros encaixei a cabeça na sua bucetinha e soquei com força que delicia estava cheio de tezao tambem ficamos assim uns dez minutos ate que ela anunciou que iria gozar novamente acelerei para gozar junto nao demorou e enchi sua bucetinha branquinha de porra, nos abraçamos e ficamos deitados nos beijando como bons namorados depois fomos tomar banho juntos ela me disse que foi a melhor transa dela ate hj e vai querer mais… Fiquei vidrado naquele cuzonho virgem ele ainda vai ser meu..

Fodendo uma Coroa Safada

Hoje tenho 29 anos,e este caso aconteceu quando eu tinha 23 anos,na época trabalhava na avenida paulista em uma empresa terceirizada.Sempre no mesmo horário todos os dias subia uma senhora no onibus que apesar da pele enrugada no rosto era muito linda e tinha belas pernas,seios empinados,bumbum arrebitado,usava sandália de salto alto onde sempre tive esse tesão”mulheres de salto alto”,ela era uma coroa gostosa, idade para ser minha avó com seus 53 anos,isso mesmo,ela tinha 53 anos e seu nome era Izabel,dizia que os parentes dela a chamava de Bel.

Comi a colega casada

Bom, eu sou Guilherme e esse fato aconteceu quando eu tinha 17 anos. Eu era estagiário em uma concessionária de veículos aqui no RS e acabei conhecendo a Vanessa, que recém havia começado a trabalhar na empresa. A Vanessa era uma loira de 1,65 de altura, bunda grande e peito médio, tinha 35 anos e era casada, eu tenho 1,70, corpo atlético e 18 cm de rola grossa. Eu e Vanessa viramos amigos, éramos do mesmo setor na empresa, falávamos de diversos assuntos, até que um certo dia começamos a falar sobre relação sexual e ela me disse que o marido não tinha energia, andava desligado e de repente ela me diz: Ah Gui, se tu fosse mais velho.

Minha amiga queria experimentar o gosto da minha bucetinha

Oie!! Como prometido, vou escrever o que aconteceu um pouco antes da pandemia. Eu, quando solteira, depois dos desafios da minha prima, acabei ficando meio liberal, sabe!? Quer ficar comigo? Vamos ficar! Principalmente quando era amiga minha.

Suruba deliciosa com a mamãe safada

Oi, o fato que passo a contar aconteceu a mais ou menos dois anos quando tinha entre 16 a 17 anos, agora com meus 20 para 21 anos tomei coragem e decidi contar, até porque sempre que lembro vem um tesão medonho. O fato aconteceu entre eu minha mãe e quatro amigos meus, vou falar um pouco de mim: sou branco de cabelos e olhos castanhos, magro com 1.76 de altura e 77kg, minha mãe é uma morena de 1.70 de altura com cabelos pretos, até os ombros, 67 kg, bem distribuídos (apesar de não fazer academia nem nada, no Maximo dar algumas caminhadas), tem 44 anos, peitinho médio tipo pêra, pernas muito bonitas bumbum carnuuuuuuuudo muito carnuudo e uma xereca com pentelhos grandes e negros, mas não é aquela cabeleira desordenada, mamãe cuida das laterais aparando um pouco o que torna ainda mais bonita de ser ver, divorciada, mora apenas eu e ela apesar de ter mais uma irmã que não mora

A coroa gostosa e tesuda do trabalho

Na época eu tinha 21 anos e fui trabalhar em uma empresa multinacional na função de auxiliar de escritório. Meu chefe era muito chato e um pouco tempo de pois ele foi demitido e logo contrataram outra pessoa para assumir o seu cargo.

O frentista dominador

Deitado de barriga para cima e com a cabeça para fora da cama Juliano tinha sua boca invadida por um pau grosso de 21 cm. O cabelo espetadinho todo desgrenhado e o rosto vermelho dos safanões tomados anteriormente. O pau do cafuçu era enfiado até a garganta e o playboy tinha que aguentar ou tomava mais tapas na cara. Naquele momento Wadson poderia fazer tudo que o puto aceitaria, afinal a lei natural é essa: um viadinho treme diante de um macho alfa.

Em nome da mãe e do filho

O fator isolamento, faz com que as pessoas tomem atitudes inesperadas, decisões que mudem o futuro completamente. Moramos apenas minha mãe e eu, e como adultos, somos muito responsáveis. Sempre tive um bom relacionamento com a minha mãe, sempre procurei ser um bom filho. Somos muito unidos, sempre conversamos e somos abertos um com o outro. Ela sofria com depressão há algum tempo, desde que ficou viúva, até então nunca se relacionou com ninguém, e com todos os problemas que estamos vivendo atualmente, eu andava muito preocupado com ela, e faria de tudo para vê-la feliz novamente.

Minha esposa e seus amigos da faculdade

Boa tarde amigos! O que vou relatar agora aconteceu a partir de uma fantasia nossa que era ter a minha linda transando com vários homens ao mesmo tempo.Minha e esposa é uma delicia tem 24 aninhos seios fartos bicos rosados bucetinha sempre depilada e ela faz faculdade de ed física. Constantemente ela é assediada pelos colegas e até rolou uns amassos com um deles, na ultima semana que passou o Pablo convidou ela pra um churrasco num sitio e ele é do tipo cara cafajeste e isso excita muito minha esposa e ela me perguntou se ela poderia ir ao tal churrasco obviamente que concordei e no sábado final de tarde o Pablo passou aqui em casa para busca-la. elas estava linda cabelos soltou uma roupa bem colada e quando entrou no carro ai fiquei louco de tesão pensando na possibilidade de rolar tal fantasia, ela sentou no banco traseiro e tinha mais 4 garotos no carro. Bem agora o que vou narrar foi através do relato dela, pois eu não participei dessa festa, ou melhor dessa orgia. Depois de muito churrasco e muitas cervejas a maioria começou a ir embora ficando só minha esposa e os 4 garotos ai o Pablo pegou ela meio que a força pelos cabelos e dizendo em voz alta para os amigos que iria comer a putinha mais gostosa da sala e deu um beijo ela tentou resistir mais não conseguiu ele foi arrancando a roupa dela e a colocou em cima da mesa os 4 garotos parecendo meninos famintos a chuparam de todo jeito, dois chupando os seios um a bucetinha e a colocaram de 4 sobre a mesa e em fila começaram a come-la fazendo um maravilhoso revezamento de machos comendo a minha esposa indefesa, exausta ela pediu para parar onde o Pablo a xingado de Puta e outras coisas mais mandou segurarem ela que faltava uma coisinha. e foi enfiando no cuzinho dela até não sobrar nada e ficou socando com força, lá por volta das 3 da manhã a deixaram em casa só que sem calcinha e sem sutiã pois ficaram como troféu para eles. Se alguém curte esse tipo de festa me add no skipe para trocarmos confidencia e quem sabe algo mais. [email protected]

Meu melhor amigo me arrombou todinha

Olá, meu nome é Danielle e o conto que vou narrar abaixo é totalmente verídico. Sou de Campinas, interior de São Paulo. Tenho 1,62 de altura, 50 kg bem distribuídos, cabelos lisos e castanhos com luzes, olhos azuis, peitos grandes, bunda média e coxas bem definidas. Bom, meu melhor amigo, Pedro tem cabelos claros e cacheados, olhos verdes, magro, corpo bem definido e alto, um verdadeiro tesão. Sempre tivemos um relacionamento bem aberto, falávamos sobre tudo um com o outro. E em uma dessas conversas, estávamos falando sobre sexo. Ambos erámos virgens e ele me perguntou: ‘ Dani, com quantas anos você quer transar? ‘ – eu respondi: ‘ Não sei, ‘ ele: ‘ Se eu pudesse hoje mesmo hahahaha ‘ então eu disse: ‘ É, mas eu quero fazer sexo com alguém que eu confie e ame muito. ‘ ele: ‘ Tipo eu? ‘ e eu respondi: ‘ hahahaha é ‘ então conversa vai, conversa vem, Pedro disse: ‘ Vamos fazer um pacto? ‘ eu: ‘ Que tipo de pacto? ‘ ele: ‘ Vamos perder a nossa virgindade aos 16? ‘ eu concordei na hora e então ele selou o nosso pacto com um beijo. E ele beijava bem, e tinha uma pegada… Neste momento, mal sabíamos que iríamos concretizar o pacto muito antes disso…Passaram-se 2 semanas e havia uma festa na casa de um amigo nosso. Eu e Pedro fomos juntos e ele me disse que eu estava linda. Eu estava vestida com uma mini saia super curta branca de babados, que talvez se eu me abaixasse pra pegar alguma coisa, ela mostrasse toda a minha bundinha, com uma calcinha fio dental vermelha enfiada todinha no meu rêgo, e com uma blusinha rosa claro, sem sutiã e com um sapato de salto alto nude. Pedro estava com uma bermuda xadrez sexy, que deixava sua bunda tonificada mais gostosa do que nunca, sapatênis e uma blusa verde que realçava seus olhos. Chegamos na festa e eu reparei que o pinto do Pê estava duro debaixo da calça e ele me olhava com desejo. Deixei ele com os amigos e fui com minhas amigas. Uma meia hora depois, fui procurá-lo, mas não o encontrei. Decidi então ir ao banheiro. Porém, na casa do meu amigo há apenas um banheiro no andar de baixo. Então subi ao segundo andar e entrei no quarto do meu amigo, pois sabia que lá tinha um banheiro. Ao abrir a porta do quarto me assustei com a seguinte cena: Pedro, com o pinto pra fora da bermuda, se masturbando loucamente. Paralisei. E ele também. Fiquei hipinotizada olhando aquele menino lindo, segurando seu pinto grande de uns 20 centímetros e duro. Pedro se recompôs e disse: ‘ Dani, vem cá, eu não aguento mais ! Eu preciso transar com você, você só me provoca e me deixa cada vez mais excitado com essas roupas sexys e curtas e dançando funk até o chão lá embaixo na pista de dança ! Eu não aguentei e subi aqui em cima pra bater uma punheta ! ‘ Eu fiquei sem palavras, com o Pedro, de pinto na mão, se declarando pra mim. Sem dizer uma única palavra, sentei-me ao seu lado na cama e comecei a beija-lo. Ele se surpreendeu, mas logo correspondeu ao meu beijo. Ficamos nos beijando, e ele começou a passar a mão na minha bunda, levantando minha saia, mordendo meu pescoço e acariciando meus peitos. Eu já estava ficando molhadinha com aquilo, não perdi tempo e comecei a bater uma punheta pra ele. Ele então, com uma mão apertando meu peito, por debaixo da blusa, e com a outra afastou a calcinha de lado e ficou passando seus dedos no meu grelhinho. Lembrei-me que a porta estava aberta, interrompi seu beijo, me levantei e fui fechar a porta. Dei um sorrisinho safado e comecei a rebolar, ao som da música que tocava lá embaixo, até o chão e o pinto do Pedro ficava cada vez mais duro. Rebolando, comecei a levantar minha blusa, e Pedro, delirando, me puxou e colocou-me em seu colo. Começou a apertar loucamente meus peitos e a morder, lamber e chupar, deixando-me cada vez mais molhadinha. Louca de tesão, me agachei no chão e comecei a chupar seu pinto com ele dizendo: ‘ Isso, engole todo esse meu cacete, vai, enfia, enfia, aai que delícia, chupa ele todinho minha putinha linda. Mama, pega na minha vara e mama. ‘ E eu chupava todo aquele caralho com gosto, chupando até o final, com o Pedro empurrando minha cabeça pra baixo até as suas bolas. Até que ele anunciou ‘ Vou gozaaar, aiaiai vou gozaar, quer chupar minha porra? ‘ e eu respondi: ‘ Eu sou a sua putinha, só sua, vou chupar toda a sua porra! ‘ E então voltei a chupar, esperando o leitinho. Até que um líquido quente invadiu minha boca e eu ia chupando com cada vez mais gosto, chupei todo aquele gozo. Levantei-me e beijei Pedro e ele começou a me beijar e ia descendo por todo o meu corpo, tirou minha saia e a minha calcinha e até que chegou na minha bucetinha. Começou a passar a língua ali, que já estava toda meladinha. Eu gemia de prazer. Então eu disse: ‘ Tem uma camisinha ai? ‘ e ele respondeu: ‘ Claro, toda vez que eu saio com você eu levo camisinha, to louco pra te comer a muito tempo gata. ‘ Então ele levou a mão na bermuda que estava no chão e pegou uma camisinha do bolso, sabor morango. Pediu que eu colocasse. Sem muita prática, fui colocando devagar, enquanto ele chupava meus peitos. Consegui colocar a camisinha e passei a lubrificá-la com minha boca. Pedro então, sugeriu que nós fizessemos um 69. Cai de boca naquele cacete novamente, enquanto ele lambia minha xana, me deixando cada vez mais excitada, eu gemia de tanto tesão e estava gozando na boca dele. Sem conseguir mais aguentar eu disse: ‘ Vai meu gostoso, enfia logo esse cacetão na minha xaninha ! Tira a minha virgindade, fode, arromba minha xanaaa ! ‘ ele então me deitou na cama e colocou só a cabecinha. Eu já estava ficando completamente louca de tesão, e ele me provocava, me deixando louca. Até que não aguentou e começou a enfiar aquele pau na minha bocetinha. Eu estava tão louca de tesão que nem doeu, porém senti o hímem se romper e o sangue descer. Mas nem me importei. Pedro continuou enfiando o pau, devagarinho, num vai e vem contínuo. Então ele conseguiu enfiar o cacete todo. Puta que pariu, que prazer. Ele foi aumentando a velocidade e me fodendo gostoso, nós gemiamos juntos. Ele estava me arrombando inteira, penetrando até as bolas em minha xana. Eu não estava aguentando e gozei. Ele tirou o pinto e chupou. Porém ele ainda não tinha gozado. Então me pediu: ‘ Posso comer teu cu? ‘ fiquei com medo de doer, mas também estava excitada com a ideia. Disse: ‘ Pode, mas vai devagar ta bom? Pra não doer tanto. ‘ Ele já foi me virando e me mandou ficar de quatro, com a bundinha empinada. Ele ficou super excitado ao ver minha bunda toda arrebitada, de quatro pra ele, então começou a morder minha bunda e lambê-la, abrindo minhas nádegas e roçando seu pinto entre elas. Então, ele começou a me chupar, para lubrificar meu cuzinho, porém não era preciso, já estava lubrificado com toda a minha excitação. Ele pegou sua vara dura, e começou a forçar na entrada do meu cuzinho. Doía, mas ficava uma vontade de quero mais. Pedro começou a enfiar mais rápido e com mais força, pedi para ir devagar, embora excitada, pois estava doendo. Mas ele estava louco demais para parar e não se aguentando, me segurou pela cintura, me puxou por traz e meteu todo o seu cacete de uma vez. Urrei de dor misturada com tesão e ele começou a enfiar cada vez mais rápido, arregaçando as pregas do meu cuzinho, arrombando ele inteiro. Ele bombou até que anunciou que ia gozar. Pediu para tirar a camisinha e gozar dentro do meu cuzinho, eu permiti, pois estava louca de tesão também. Ele então tirou a camisinha rapidamente e enfiou o pau novamente no meu cu, bombou mais um pouco e finalmente gozou, enchendo meu cu com aquela porrinha quentinha e deliciosa. Estavámos suados e exaustos, entramos no chuveiro e lá transamos mais uma vez, fazendo sexo ainda mais selvagem. Terminamos e descemos, e Pedro me convidou para ir dormir em sua casa, pois seus pais estavam viajando. Liguei para os meus e disse que iria dormir na casa de uma amiga. Em sua casa, transamos muito, de todas as formas possíveis e em todos os cômodos da casa
, mas esses já são outros contos. Estamos namorando e inovamos toda vez que transamos. Espero que tenham gostado. Um beijo, Dani safada.

Sexo com a gaúcha casada

Os contos publicados por mim são todos verdadeiros. Apenas trocares os nomes da pessoas envolvida bem como algumas situações vividas. Publiquei um anúncio numa rede social com a proposta de encontros com mulheres casadas. Um tempo depois recebi uma mensagem de uma gaúcha, 50 anos, que residia no Rio de Janeiro. Alguns e-mails trocados e evoluímos para o messenger. Como houve atração mútua, trocamos telefones. Quando ouvi a voz de Gisele, quase gozei. Uma voz suave e aquele sotaque sulista lindo. A conversa fluiu gostoso e marcamos de nos conhecer e tomar um chope depois do trabalho. O local marcado foi um barzinho discreto no Centro do Rio. Alguns chopes depois já estávamos bem íntimos e trocávamos carinhos até que aconteceu o primeiro beijo. Um beijo molhado, de língua, demorado, intenso. Depois do beijo ela me confessa que beijar deixa ela cheia de tesão e que estava molhada. Falei que a queria ensopada e dei-lhe mais um beijo.

Segundo dogging com minha esposa

Já contei sobre o primeiro dogging em que eu e minha esposa participamos, então vou relatar o segundo. Meu nome é Rodrigo e minha esposa se chama Juliana, um mês depois de nossa primeira vez no dogging, resolvemos viajar para a cidade natal de minha esposa. É uma cidadezinha pacata, também do interior de São Paulo, de cerca de 4.000 habitantes. Certa noite, por sinal muito quente, resolvemos eu e minha esposa sentarmos na área da casa junto ao portão, eu apenas

Minha esposa e sua Amiga Bucetuda

Me Chamo Claudio (nome fictício), tenho 33 anos, 1,85 de altura, branco olhos castanhos escuros, sou casado e quem já leu nossos contos, sabe como nosso casamento é levado, cheio de aventuras e brincadeiras perigosas que faz nosso relacionamento cada dia mais gostoso.

Viajei para a Fazenda e me envolvi com um Gauchinho gato

Me chamo Carlinha tenho 34 sou casada há 14 e meu casamento esfriou de uma forma absurda. Meu marido quase não me toca mai, e toda vez que vamos transar penso em outros para ter orgasmo. Principalmente num lindo gauchinho que é peão na minha fazenda. Um moreno de 27 anos bronzeado do sol, barriga trincada e dono de um par de olhos verdes que me despem toda vez que me olha. Triste por mais uma briga resolvi ir para a fazenda descansar. Então em um dia comum resolvi dar uma cavalgada . quando cheguei ao estábulo tive a visão dos meus sonhos. Aquele homem vestindo calça jeans

Branquinha gostosa dando pro casado

Bom, esse é meu primeiro conto, adoro ler contos eróticos bem safados eles me deixam bem excitados.