casada sem vergonha

A Corretora Casada e Fiel Foi Mostra os Imóveis, e eu Mostrei Outra Coisa Pra Ela

Estava a trabalho no Rio, aproveitei para ver alguns locais para locação, quem me atendeu e ficou de mostrar imoveis era Aline, cabelo longo bem cuidado e bronzeada, no primeiro dia estava com vestido longo, mais que mostrava um belo corpo, e uma boca que parecia bem provocante..mais bem parecia bem comportada.. rs

Comi a casada encima da mesa

Olha eu aqui de novo! Me chamo Anderson, hoje tenho 25 anos, sou moreno, magro, 1,70 de altura, 60 kg, não sou nenhum galã, mas tenho uma pegada muito firme e uma conversa boa! é o segundo conto que escrevo (tenho vários, caso gostem) peço desculpas qualquer coisa…

Fui fazer limpeza de pele e comi a Esteticista Casada

Olá , o conto erotico que vou contar aconteceu comigo alguns dias atrás ,fato real…

Acho que fui um cafajeste, mas foi sem querer

Olá, quero contar uma história que me aconteceu em 2005, quando ainda estava na faculdade e que me marcou muito. Bom, não vou falar meu nome por que acho desnecessário, e nem me descrever, pois não é meu objetivo me gabar, mas sim contar uma experiência, que muitos acharão não ser verdade, mas acreditem, ocorreu sim.

Casada rabuda curiosa no anal

Mais um conto depois de muito tempo, eu não ando muito com tempo, mais devido a pedidos, vou publicar umas aventuras minhas… Minha preferência por mulheres são as gordinhas ( eu amo e sou tarado). vamos começar:

Coroa casada na cama

ela tinha 60 anos, uns 15 a mais do que eu. como eu, vivia um casamento monótono e sem sexo. como eu, ela ainda tinha desejos e fantasias guardados lá dentro, à espera de uma oportunidade para serem vividos. como eu, ela ansiava por alguém maduro, responsável e discreto para amar sem vergonha nem culpa nem preocupação. nos encontramos na internet e depois de muitos meses marcamos um encontro num hotel.

Amiga Casada da Faculdade

A faculdade já se encaminhava para o termino, o único obstáculo final era o maldito Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), seria realizado em dupla, e a escolha dos parceiros era feito por sorteio, tive sorte dessa vez, o parceiro que saiu para mim ela era uma das quatro alunas garotas na sala, Camille é uma mulher de 37 anos bem vaidosa, já era mãe de uma garota praticamente da minha idade, tinha um gênio forte, nesses anos de convívio letivo tive a chance de fazer alguns trabalhos com ela. Meu TCC estava bem adiantado, sempre fui bem detalhista quando se travava com minhas coisas, se ela concordasse poderíamos usar o material base que eu fiz até então.

Almoço com casada é no motel

Me chamo Paulo, tenho 36 anos, casado e moro em Salvador. Esse conto é sobre uma de várias foda que dei com uma amiga casada, que vou chamar de Cláudia. Ela era uma mulher de 48 anos, casada, branca, cabelos cacheados, toda grandona, seios fartos, bunda grande, pernas grossas e coxas firmes. Conheci Cláudia numa rede social de sexo (liberal), trocamos skype e começamos a conversar, batemos papo por um tempo e logo abrimos a webcam para nos vermos. Ela estava no trabalho a primeira vez que nos vemos pela webcam, mulher seria, toda de roupinha social, mas com uma cara de tarada daquelas que gozam chorando. Não era muito bonita de rosto, rosto normal, mas aí me fez a surpresa, desligou a webcam e continuou conversando, quando reabriu a imagem, ela estava dentro de um banheiro do trabalho, disse q tinha algo pra mim e foi baixando a saia, usava uma calcinha de renda preta bem pequena, quase não cobria a buceta, e que buceta, branquinha, bem carnuda, lábios grandes e com pelos muito bem aparados e o detalhe ela ainda ia mostrar, deu uma leve arregaçada nos lábios, o que fez surgir um grelo grande e rosado, babei na hora. Minha boca encheu de água, o pau endureceu na hora, disse a ela que eu tinha que provar dessa delícia toda. Me pediu pra mostra o cacete, mostrei e ela se encantou, disse que queria ele todo enfiado, mas que teria que ser no máximo sigilo, pois como disse, também era casada e estava afim apenas de um pau amigo, o marido já não estava comparecendo. Marcamos num dia de semana na hora do almoço, me deu o endereço e fui buscá-la no trabalho. Fiquei esperando dentro do carro, quando olho pelo

Casada sexy sem ser vulgar

Esse fato aconteceu quando fomos pra Thermas de Ibirá , e como era uma cidade onde não conhecíamos ninguém resolvi expor minhas fantasias com ela , e ela aceitou. Desde que não fosse parecer vulgar.

Casada traindo a primeira vez com taxista

Bom dia amigos, resolvi compartir com vocês uma coisa que me resultou possui uns 2 meses, e que também estou assimilando o acontecido.

Meu marido descuidou, virou corno

Sou Carla, mulher de 36 anos tipo atraente e bonita, em forma, profissionalmente satisfeita, adoro sexo em todas as suas possibilidades e sempre havia sido fiel ao meu marido. Até há algum tempo ele nunca houvera dado motivos para trai-lo ou desejar ter outro homem. Sou multiorgásmica, sempre fui assim desde a adolescência, namorei muitos rapazes e sempre exigi o máximo em nossas transas, máximo em qualidade – que na juventude não era tão boa – mas, principalmente em quantidade. Quando conheci meu marido, o Ailton, me apaixonei de cara e tivemos uma relação plena durante namoro, noivado e grande parte de nosso casamento. Mesmo durante a faculdade e o período de residência (fizemos medicina) estávamos sempre prontos um para o outro. Hoje estamos formados, exercendo nossa profissão e juntos há 16 anos.

Não resisti ao meu vizinho bem dotado

Moro aqui em Contagem/MG, eu tinha 38 anos de idade, e quando estou em casa muitas vezes eu vou até o portão para ver o movimento da rua só vestida com ousados shorts jeans e ainda, mini topes que mal cobriam os meus seios e tamancos nos pés. Eu percebia que tanto o vizinho da direita como o da esquerda que se chamava Hugo, ficavam me cobiçando e eu adorava e por isso, ousava mais nas minhas vestimentas a ponto, de ficar sabendo que as moradoras da rua, mais velhas, me detestavam e me chamavam de puta oferecida, eu nem dava bola porque elas não sabiam como era gostoso ser e viver o papel de puta.

Traindo meu marido no serviço

Olá, meu nome é Luiza e sou casada com o Lucas há dois anos. A nossa relação é bem devagar para um casal recém casado.

Engolindo o tesão da xoxota

Olá pessoal, esses dias relatei um conto aqui (torturando as xoxtinhas), foi assim…do nada com muito tesão que resolvi postar um relato que aconteceu comigo… Mas pra minha surpresa, recebi dezenas de mensagem por email e também pedidos para add no msn! Como foi recente, ainda mantenho contato com algumas delas, atualmente estou “conversando” com cinco, mas muito rápido mesmo foi conhecer a Micheli Ela é morena clara, bem clarinha, 27 anos, aparenta ter uns 19 anos, estatura de uns 1,70, nem gorda, nem magra, cabelos loiros, olhos pretos e tem um filho no atual casamento Conversamos muito no msn, me contou que o marido é viajante, vem 3 x mês em casa, e quando vem, fica 2…3 dias em casa, e quando vem, rola um sexo danado, mas nunca apimentado ou então com chupadas, posições diferentes, etc…a reclamação era de que era sempre a mesma coisa, papai-mamãe e algumas horas e pronto..acabou a noite de “amor selvagem” Pra minha surpresa, ela mora perto de mim(ô sorte) , creio eu, uns 10 km da minha casa! Marido tem carro e ela dirige, trabalha as vezes com o carro como balconista de loja de informática Depois do meu relato postado aqui no Contos, eu recebi primeiramente quatro pedidos pra add no msn e uma mensagem no email, que é dessa Micheli, eu respondi e no email ela perguntava como era “sexo sem penetração”, expliquei amava chupar uma buceta bem molhadinha, sem um fiozinho de roupa, mas que se quisesse, poderíamos transar normalmente em inúmeras situações, de quatro, 69, etc… Ela perguntou se eu ficaria satisfeito apenas em chupá-la sem depois ter que penetrá-la…disse que sim, que isso é uma delícia pra mim, que amo chupar, engolir o gozo feminino, ser sufocado pela xoxotinha, perder o fôlego, essas coisas… Três dias depois combinamos de sair, ela nem perguntou como sou e eu também não…a única coisa que eu sabia que era casada, e sem trocarmos número de fone, eu até pensei em adquirir um chip pro celular e depois jogar fora, o que também sugeri a ela (ela não topou)… Mas tudo bem, combinamos por emasil mesmo, peguei o carro e fui até uma avenida chamada Via Rápida e lá encontrei ela…com carro dela, quando fui descer do carro e buzinar pra ela, ela já tava do lado de fora e se aproximou, nem vi de onde ela veio e em tom meio alto disse: “OII” – me asssutei, pois achei que ela estaria dentro do carro dela, e mais, foi tão espontânea, numa frieza, até comentei com ela sobre isso, mas isso foi ótimo, “quebrou o gelo” entre a gente e meio que de cara depois de alguns minutos de conversa, perguntou: “Onde vamos?” – Eu prontamente respondi: “Vamos pra um hotel que tô curto de grana (nem tava) e ela disse que fazia a “intéra” do hotel e deveríamos ir num hotel decente (que frieza dela) Beleza! fomos num hotel muito tesão, camona, banheira, chuveiro, isso era quase 3 da tarde, quando deitei na cama, eu disse: “Não acredito que tamos nessa loucura” – ela respondeu: “Nem eu, mas já que tamos aqui, o negócio é aproveitar” – Pra quê que ela falou aquilo? Eu me latejei de tesão, peguei uma água com gás e já comecei abaixando as calças delas (só parte debaixo a mostra) , aquilo dali foi ficando peladinha, sem um fiozinho de roupa, sem uma meia no pé…lisinha, lisinha, só o bigodinho mesmo na xaninha…dei uma cheirada na xaninha, aquilo exalava uma “cadelo no cio”, dei uma leve cutucada com o nariz e o cheiro ficou na ponta, aí que me arrebentei de tesão, abri a garrafinha d’água com gás e coloquei um pouco na boca, fui pingando nela, levantei um pouco a blusinha dela (pouco acima do umbigo) e fui pingando e aquilo, sei lá, foi chiando no corpo quente dela… Eu pingava da boca, e lambia, pingava…lambia….no umbigo fez uma pocinha de água e chupei…ela riu, achou engraçado e eu disse: “quétinha, senão eu páro” Riu de novo, e coloquei mais água com gás na boca e comecei no pé e lambendo…pingando na canela e lambendo…pingando no joelho e lambendo…pingando na coxa e lambendo (só imagine como ela já tava ), pinguei umas gotinhas na xoxotinha que ardia de tesão, tava explodindo de molhadinha e só com a pontinha da língua (até então eu estava dando linguada ) eu cutuquei a xaninha, ela pegava na minha cabeça e friccionava pra junto a buceta dela e eu evitava, louca pra levar uma linguada e eu não querendo (tadinha), ela puxava, vinha pra cima da minha boca e eu nada…beijava levemente dos lados da xaninha, aquilo piscava de tesão, pingava mais água e do nada dei mais uma leve cutucadinha com a ponta da língua no clitóris Ela deu um gemido, mas um gemido que aquilo tava latejando de tesão, tremia, se jogava na minha boca e eu nada de tascar uma linguada na xotinha(só pra judiar mesmo) foi assim um tempão, até cansei e resolvi lamber…lamber…lamber com linguadas e mais linguadas Eu lambia rápiudo rápido rápido , parava…quando queria que continuasse lamber rápido pra gozar na minha cara, eu parava ! Aquilo deixou ela louca, e disse algo assim: “Eu quero nhanhá”, não entendi a palavra, mas entendi o recado, chupei com tanta vontade que ela mordia o travesseiro, eu linguava tanto a xoxotinha molhadinha que ela se contorceu tanto a ponto de eu segurar as duas mãos delas pra eu não perder o foco, que era chupar até jogar em linguadas rápidas.. Eu tava com a língua doendo já, mas sabia que tava sujeito a isso, chuepi, chupei, lambi, lambi até que ela gozou..explodiu em gozo na minha cara, engoli todo o liquidinho, tasquei a linguona dentro da buceta, dava uma linguada bem grande até que ela me empurrava pra eu parar, mas eu mais forte “judiava” dela… Tava encharcadinha, um cheiro exalando tesão, dei uns beijinhos na buceta em forma de agradecimento… Ela dizia mais ou menos assim: “ai é bom, ai meu Deus, que delícia, ai nossa senhora, que l´pingua matravilhosa” e eu quéto só escutando e pensei comigo: “Ela tá tomada pelo tesão” e suspirava ofegante…eu bai uma punheta na frente dela mesmo e gozei ali mesmo… Fui ao banheiro tomar um banho e alguns minutos depois ela apareceu no banheiro sem um fiozinho de roupa, disse que adorou e perguntnado onde que aprendi aquilo, etc, tal… Ela, iniciativa própria deu um selinho em mim, e aquele corpo maravilhoso pelado comigo debaixo do chuveiro, ela desceu e começou me chupar…até que gozei novamente Ela me contou que não chupa o marido porque o marido é careta, eu até percebi que ela chupava meio desengoçada, meio errado (mas valeu pra mim) Voltamos pra cama, nos secamos e ela nem se vestiu, achei que iríamos embora, que nada…relaxamos, conversamos bastante sobre filhos, casamento, etc e de novo se torturamos, e nesse embalo fizemos o 69, ela me chupando e eu chupando ela…ela urrando de prazer…fomos até as 8 da noite assim… Que loucura…sem penetração (não engravida, não passa doença, etc) fizemos um sexo lazarento de delicioso… Deixei ela até o carro dela e nos despedimos, ela disse que retorna uma mensagem, e deixou mesmo, umas quatro mensagem no email e numa dessas marcamos pra semana que vem, falei pra ela que iria usar na próxima vez halls ou danoninho… Ela disse que fica molhadinha todos os dias só de lembrar das chupadas…as linguadas maravilhosas… mas pediu que eu não “torturasse” tanto ela…que era pra chupar e ela gozar logo…então tá…vamos ver se consigo segurar a tortura que tanto amo fazer nas xoxotinhas da vida… Meninas..amo chupar uma xoxotinha, amo dar uma linguada, sou casado, tenho meus afazeres, minha vida amorosa e de casado está em dia, o problema é que amo uma bucetinha molhadinha… Você está carente de sexo, de tesão, ou tem vergonha? não se acanhe…quero apenas chupá-la até gozar
… me escreva [email protected] sou casado, moreno claro, 1,75 altura, em forma, não fumo, não uso drogas e sou caseiro…tenho tempo livre desde que combinemos!! Você é virgem? tem mais de 45 anos? tem 62 anos? Não faz sexo muito tempo? Nunca levou uma chupada? também não dá nada…pra mim o que vale é mulher sendo mulher…o cheiro feminino me toca…me excita em vê-la se contorcendo de tesão na xaninha… Um beijo na sua xoxotinha e aguardo seu contato, Curitiba e região metropolitana… Deliciosas xaninhas…aguardo vocês pra dar minha linguada…

Comi a passageira aplicativo Porto Alegre

Bem, para início de conversa, deixo claro que me comprometo em só escrever contos reais. Moro em Porto Alegre-RS. Sou casado e tudo é com sigilo e durante o dia. Tenho 40 anos, 1m78, 90 kg, leve barriguinha de cerveja, mas bem jovial. E pra deixar claro eu gosto é de buceta.  Esse é o primeiro conto como motorista de app, particularmente do InDriver . Meu contato caso vc esteja a fim, Juan é meu nome mesmo. Se vc é homem, posso sim comer sua mulher e vc só assistir. Beleza? Vamos lá: Eu sempre tive esse fetiche de rolar putaria com uma passageira. Nunca rolava. Acho que algumas até gostariam mas receavam que eu não aceitasse e elas fossem denunciadas e banidas da plataforma. Bem capaz! Jamais faria isso. Kkk. Mas eis que certo dia,

Primeira vez que gozei com alguém

Bom vou me apresentar, meu primeiro conto erotico aqui

Meu marido dormiu na festa e trepei com um macho safado

A festa foi bem agitada e divertida, meu marido bebeu além da conta e ficou chapado, e deitado no sofá. Eu estava com um fogo descomunal aquele dia, normalmente quando eu tomo essas bebidas destiladas eu fico soltinha.

O Pecado de trair meu marido na nossa cama

Não que meu marido fosse preguiçoso, mas é que ele sempre contratava alguém para fazer os serviços de casa! No máximo ele trocava uma lâmpada. Encanador, eletricista, técnico em informática, pedreiro, pintor… Qualquer probleminha na casa e ele chamava alguém para fazer o serviço. Era uma incompetência que ainda iria trazer prejuízos, e não tô falando de dinheiro. Como disse no outro conto, “O Pecado de dar o cu”, casei virgem há dois anos e hoje tenho vinte e três, sempre tive minha vida sexual retraída por frequentar a igreja, até que experimentei meu marido dentro da minha bunda. Nunca mais fui a mesma… Meu marido tenta acompanhar minhas taras, ele me fode bem gostoso, mas tem dias que estou incontrolável! Especialmente hoje acordei atacada. Como de costume abri os olhos às 10h, meu marido já tinha ido para o trabalho. Fiquei enrolando na cama deixando que as lembranças de nossas melhores fodas tomassem conta de mim… Não deu outra, minha bucetinha estava encharcada. Coloquei o travesseiro entre as pernas, rolava de um lado para o outro na cama, mordia os lábios, apertava meus seios… Shhh… Agarrei o controle remoto da televisão e roçava entre minhas pernas, suavemente. Na minha mente apenas a imagem de meu marido enchendo meu rabo com sua rola, e o controle deslizava para dentro da minha calcinha, tocou meu clitóris e eu estremeci. Que loucura! Parecia que estava no cio e eu ia gozar ali mesmo com aquele objeto… Deixei que o controle escorregasse para dentro de mim… Ah! Não era o pau do meu marido, mas estava dando conta do meu tesão. Entrando e saindo de mim, a televisão ligou e desligou umas duas vezes… Podia até queimar, mas antes tinha que apagar meu fogo! E eu teria gozado com aquele controle mesmo se não fosse o técnico da tv a cabo chamando na porta de casa. Tomei um susto, deixei o controle na cama, pedi que aguardasse, vesti um vestido confortável e, sem calcinha mesmo, fui atender a porta. Ai que raiva. Abri a porta, depois o portão. O homem da tv a cabo entrou e logo empesteou a casa com seu cheiro forte de suor. Deveria ter uns 35 anos, usava um bigode e tinha uma barriga disfarçada. Pisava forte pela casa de forma que impunha sua presença. Levei-o ao meu quarto e mostrei onde estava o receptor com problema, pedi licença e fui ao banheiro jogar uma agua no rosto. “Você é uma puta mesmo, hein?” Disse rindo e me olhando no espelho… Odeio ser interrompida quando estou para gozar! Escovei os dentes e arrumei o cabelo, nada de mais, apenas um coque. Voltei para o quarto e vi aquele homem cheirando o controle remoto que a poucos minutos estava na minha buceta. Fiquei envergonhadíssima e fiz algum barulho para distraí-lo. Ele pigarreou e apontou o controle pra tv como que querendo liga-la. “E então?” Sorri perguntando sem graça. “Er, vamos ver!” Disse ele com uma voz grossa. Começou a futucar por todo canto, mexia no receptor, na televisão, atrás da peça, puxava fio, ligava tomada, pegava alguma ferramenta e eu olhando impaciente, louca para que ele me devolvesse aquele objeto que quase me faz gozar. Minha cabeça só pensava nisso. Sentei na cama nervosa e impaciente. “E aí?”. “Só mais um pouco e já descubro o problema”. “Ah, aqui… achei. Era só um cabo desplugado.” “Como assim?”. “Assim”, e o sinal da tv a cabo voltou. “Ai que bom, nem precisava chamar o senhor, meu marido não sei não, viu?!” “É assim mesmo dona. Ele deve ter coisa mais importante para se preocupar” disse isso com os olhos em minhas coxas. Ele se abaixou para arrumar suas coisas e eu perguntei se ele queria alguma coisa. Me olhou estranho por um tempo e disse “Água”. Levantei da cama nervosa para atendê-lo e tropecei naquele emaranhado de fios no chão. Cai de quatro no chão, meu vestido subiu e minha buceta ficou ao alcance de seus olhos. Ele certamente viu que eu estava sem calcinha. Me recompus e fugi para a cozinha, voltei com o copo d’água na mão e enquanto ele bebia com a cabeça inclinada para cima, pude ver o volume que tinha se formado na sua calça. O sacana ficou de pau duro quando me viu. Gaguejei perguntando se ele queria mais. “Querer eu quero, não sei se devo”. Tremi. Ele, definitivamente, estava dando em cima de mim. “Me respeite que eu sou casada” falei ríspida e com autoridade. “Tô vendo, mas parece que um homem só não é suficiente, né?” “Que absurdo, meu marido é muito homem, viu?” “Não tô duvidando, mas a senhora gosta de enfiar controle remoto na buceta, né?” Fiquei muda de vergonha – ou seria excitação? Na dúvida fiquei quieta. Ele continuou. “E ainda anda sem calcinha pela casa… Dona, a senhora é muito gostosa. Puta que o pariu!” Ele me dominava pelos olhos, parecia hipnose. Aproximou-se ao ver que não sairia dali. Colou seu corpo suado no meu. Passou o braço por detrás de mim apertando minha cintura. Senti o seu pau duro na minha barriga. Sussurrei: “Você é louco?” “Demais.” Veio me beijar, virei o rosto, mas ele segurou meu cabelo, soltando o coque de antes e puxando levemente minha cabeça para trás. Me beijou desesperadamente, como se nunca tivesse beijado alguém como eu. À medida que cedia ao beijo, meus braços o envolveram. Quando ele viu que eu estava dominada, se empolgou. Desceu a mão da nuca pelas minhas costas e parou na minha bunda volumosa. Apertou firme. Me olhou. “Ah, que bundinha dura essa sua, viu?” Continuou os beijos. Agora, mais ousado, enfiava a língua na minha boca e entrava no meu vestido com sua mão. Segurou a polpa da minha bunda com vontade e me ergueu. Trancei minhas pernas na sua cintura e sentia com mais vigor seu pau espremendo minha bucetinha. Ele mexia meu corpo, à sua total mercê, contra o seu e eu sentia seu pau dobrar na minha buceta de tanta vontade de me penetrar. Ele sentou comigo no colo na cama, soltou as alças do meu vestido e pronto: estava completamente nua nos braços de um desconhecido. Sua língua, que estava em minha boca, desceu para meu queixo, depois pescoço, passou pelo meu ombro e no caminho o roçar de seu bigode deixava rastros de arrepio. Só sossegou quando estacionou nos meus peitos. Ali ele chupou tudo! Mordia a carne, lambia a aureola rosada e mordiscava o bico entumecido de um, enquanto o outro era massageado pela mão dele. De vez em quando, o desespero de chupá-los era tanto que ele esfregava a cara nos meus seios e me deixava toda babada. Meu marido nunca dedicou tanta atenção aos meus seios. Minha cabeça girava de tesão e eu rebolava feito uma égua no seu pau. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e veio ofegante. Só tinha olhos para minha buceta suculenta que estava diante dele. Se aproximou lentamente a ponto de senti-la esquentar com sua respiração descontrolada. Esfregou o nariz, o bigode e finalmente a língua. Eu arqueava meu corpo na cama, parecia até que estava fugindo daquilo, mas eu estava mesmo era gozando. Me chupou com muita paciência. Ele soube me explorar com sua língua, e quando mordia meus lábios, ou o clitóris, eu apertava sua cabeça com minhas pernas. Ele, persistente, não desistia e mesmo sendo sufocado se esforçava para não perder meu grelo. Resultado? Gozei na boca daquele homem. Quando eu gozo, ao contrário das outras mulheres, eu fico elétrica. Depois daquela chupada queria ele gozando em mim de qualquer maneira. Levantei, sentei na cama e ele ficou em pé, soltei a calça dele, o pau tinindo de duro pulou logo para fora. Chupei. Apesar de ser um desconhecido, ele merecia isso por tudo o que fez por mim. Chupava com velocidade, sem dar tempo para ele respirar. Como era menor que o do meu marido, enfiava fundo na garganta sem problemas. Às vezes ficava com a cabeça parada e deixava que ele fodesse minha boca, ele metia com violência e eu adorava. “Eu sabia que a senhora era um cachorra, Dona. Deixa eu foder você, vai” “Vem gostoso, come minha bocetinha e me faz gozar” Falar isso foi como detonar uma bomba. Ele me levantou pelo cabelo e voltou a me bei
jar. Deu uns tapas na minha bunda e me mandou ficar de quatro na beira da cama, como uma boa putinha, obedeci. Com minha boceta aberta, à sua disposição e escorrendo baba e lubrificação, ele esfregava seu pau na entrada da minha caverna, fazia que ia meter e tirava, pincelava de leve, circundava meu lábios e depois voltava a enfiar só a cabecinha. Eu entrei em desespero, jogava meu corpo contra o dele para ver se entrava logo, mas o escroto não deixava. Ele dizia rindo “Só vou meter depois que você implorar” “Vai gostoso, enfia essa rola dura em mim, vai” “ainda não é assim que eu quero” “como você quer, heim? Come sua putinha, vai” Ele só ria e eu estava ficando nervosa. Mas eu queria tanto aquilo em mim que respirei fundo, joguei o cabelo para um lado só, olhei para ele com a maior cara de vagabunda e sussurrei: “Faz isso comigo não, gostoso, me come que nem uma puta vai, eu quero gozar muito no seu pau”. Eu disse as palavras mágicas e ele meteu aquela rola toda em mim. Era pequena, mas ele sabia usar para me deixar louca. O desgraçado metia fundo e o som do seu saco batendo na minha bunda me excitava mais ainda. Ele apertava minha cintura com uma mão enquanto metia em mim, a outra percorria minhas costas, puxava meu cabelo, batia em minha bunda. “Ah, eu nunca comi uma mulher gostosa como a senhora, Dona.” “Então aproveita, safado, me come que é a ultima vez.” Ele ficou louco. Metia muito rápido. Eu só gemia. Tentava falar alguma coisa pra incentivar ele, mas só saía uns grunhidos, o sacana estava me fodendo direitinho, apesar de ser o segundo homem que me comia. Encostei a cabeça na cama para gozar, isso deixou minha boceta mais exposta e minha bunda empinada, assim eu sentia cada pedaço do seu pau entrando e saindo em mim. Eu fazia mais barulho que a cama, ele estava alucinado metendo na minha boceta. Eu gozei de novo ouvindo o homem da tv a cabo me xingando de tudo quanto era nome na minha casa, no quarto que dividia com meu marido e na cama onde nós dormíamos. Quando ele gozou, me largou. Desabei na cama com minha bocetinha melada de porra, o filho da puta gozou dentro de mim. Ele guardou o pau, vestiu a roupa pegou as coisas e jogou a ordem de serviço em cima de mim dizendo “Já terminei, senhora. Tenha um bom dia”. Só levantei da cama quando a fome foi maior que a anestesia daquele orgasmo. Tomei banho e fui preparar o almoço para esperar meu marido. Agi como se nada tivesse acontecido. Queria experiências sexuais loucas e não sabia se meu marido estava pronto para ouvir o que tinha acontecido comigo naquela manhã. Eu o amava muito e sabia que se contasse algo naquele momento iria magoá-lo demais. Era melhor ele continuar achando que eu era apenas a sua putinha.

Traindo por influencia da colega

Olá, me chamo Marcia e vou relatar como acabei traindo pela primeira vez. Sou casada a 5 anos com meu marido, 35 anos, não temos filhos, tenho 1,75m, não sou malhada, sou até um pouco gordinha, mas com coxas grossas e um bumbum farto, trabalho numa empresa de cereais, junto com outros colegas, entre eles a Viviani, casada também, com 2 filhos e muito safada, aqui que a história começa.

Dando para meu sobrinho

Bom, meu nome é Mariana, tenho 31 anos, mais aparento ter menos, sempre recebi muitos elogios pela minha aparência , sempre fui magrinha…toda pequena, uma verdadeira ninfeta insaciável na cama e nas minhas imaginações.

Esposa Fiel Traindo o Maridão

Sou uma mulher casada, realizada, tendo tudo que uma mulher possa desejar. Marido trabalhador, charmoso, carinhoso. Claro que tive alguns namoradinhos, mas com eles era somente aqueles abraços, beijos e caricias por cima da roupa. O máximo que chegamos a fazer, com um dos namorados, dentro do carro, ele tirava meus seios para fora, acariciava e os beijava, enquanto tirava seu pênis para fora e mandava eu segurar enquanto ele me beijava e chupava meus seios até ejacular em minha mão. Então eu conhecia como funcionava um pênis. Nessas ocasiões eu ficava super excitada, claro, mas conseguia me controlar, jamais deixando tirar minha calcinha. Apás várias sessões dessas carícias, esse namorado chegava a colocar seu penis entre minhas coxas no carro do pai dele, eu sempre de calcinha, mesmo depois de ele tentar tirá-la a força, depois de ficar se mexendo com o pênis preso entre minhas coxas ele chegava a ejacular, sujando minhas coxas, minhas calcinhas e meus vestidos. Hoje sei que minha mãe devia ter visto as manchas e saber do que se tratava, mas na época, eu não pensava nisso, minha mãe era muito discreta.

Fantasia sensual da minha esposa puta tarada

Olá amigos, esse é o meu primeiro relato, espero que gostem. Casada há 7 anos com um homem incrível, charmoso, sensual, sempre nos demos bem na cama. Desde o namoro sempre adorei explorar o corpo do meu amado, seduzi-lo, colocando roupas sensuais só para ele, colocando calças apertadas e rachando a buceta me exibindo pra ele, vestindo fantasias etc.. Certo dia enquanto ele trabalhava eu o esperei vestida de colegial com um pirulito na boca, toda maquiada cheirosa. Sou morena clara, olhos claros, uma boca carnuda que adora brincar, lamber o corpo do meu esposo. Transamos quase que diariamente, sempre tive muito fogo na cama. Confesso que sempre desejei meu esposo como um todo, só de olhar para ele já tenho vontade de tirar sua roupa e encaixar aquele pau dentro de mim. Na hora do sexo nunca tive vergonha, já fiz meu esposo enfiar além do seu belo pau, também brinquedos, gosto que me arrombe, já pedi para ele enfiar os dedos da mão na minha buceta e ele se empolgou tanto que quase enfia o braço, gritei de dor mas foi uma dor gostosa. Frequentamos casas de swing mas nunca fizemos troca de casal, embora isso já tenha passado por nossa mente confesso. O meu desejo por esse homem é tanto que me excito só de olhar. Gosto muito de dominar também, com ele deitado começo com uma massagem, acaricio seu pau, dando beijinhos, vou aos poucos colocando a língua passando pela cabeça daquele pau gostoso, chupo muito, desço para as bolas fico lambendo e acariciando seu bumbum.. Sou fissurada no bumbum do meu esposo. No início ele não deixava eu nem chegar perto mas depois da minha insistência ele foi deixando, com ele deitado de barriga pra cima acaricio seu pau com as mãos, abro suas pernas, passo a língua pelo seu bumbum até chegar no cuzinho dele que sou gamada, começo a lamber em movimentos circulares e vou colocando a língua no cuzinho dele pedindo pra ele dar umas piscadinhas, e vou tirando e colocando a língua naquele rabinho gostoso e percebo que seu pau fica muito molhado, daí vou enfiando meu dedinho ele fala: aiiii! Isso me deixa ainda mais excitada, sinto minha buceta toda úmida, tiro o dedo do cuzinho dele e coloco na minha buceta toda molhada, meu dedo fica lambuzado daquele tesao todo que eu tava sentindo, então enfio esse dedo deslizando com o mel da minha buceta no rabinho dele e dessa vez entrou mais fácil e gostoso e ele gemeu… Fiquei louca, comecei a socar meu dedinho no cu do meu marido e com a outra mão bati punheta pra ele, senti seu pau escorrendo de tensão, meu grelinho latejava de tesão, até que não aguentei aquele pau molhado e sentei em cima dele, entrou tão gostoso deslizando de tão molhados que estávamos. Ele me comendo com o rabinho melecado da minha buceta, enquanto eu sentava no pau dele com ele deitado ele abriu as pernas, percebi que queria que eu socasse o dedo naquele cu gostoso, eu louca de tesão, quis colocar dois dedos e ele disse tá doendo amor, eu disse ah é… Então toma, soquei ainda mais com força cada vez mais força. Meu esposo tremia de tesão, enquanto eu pulava naquele cacete gostoso fodendo minha buceta eu fodia o rabinho dele, eu falava quer ficar arrombado, ele disse, quero. Daí soquei três dedos, e quatro falei pra ele estou arrombando você, quero meu marido arrombado e ele gemia. Foi tanto tesão que gozei várias vezes sentando em cima dele, meu grelinho tava tão duro, peguei a mão dele e coloquei no meu grelo, ele me fodia e eu fodia ele, vi meu gostoso suar de tesão. .. Quanto mais eu colocava os dedos ele pedia mais, meti os cinco dedos da mão, senti um tesão muito grande em arrombar meu esposo, aquele cu aberto, eu lubrificado com o gozo da minha buceta, sentada no pau, pulando que nem uma puta, e fodendo ele. Até que ele disse não aguento mais, vou gozar…. E me encheu de porra. Mas foi tanto gozo mais tanto que senti minha buceta cheia daquele líquido gostoso jorrando dentro de mim, ele gozando dentro eu com os dedinho no rabinho dele, engoli tudo aquela porra com minha buceta. Gente somos muito tarados um no outro. Amo dar e foder meu esposo. Ah! Tenho muitas experiências com ele com inversão. E muitos contos gostoso e picantes que depois relato. Beijos amores.

Loren, a filha devassa

Joel aspira com ardor a fragrância vaginal da bela mulher que se entrega completamente a ele. Ela geme e sussurra para que Joel não pare nem um segundo o que os lábios e a língua dele fazem com tamanha intensidade em sua xana que lhe desperta orgasmos inacreditáveis.

A putinha do chefe

Todos os dias chego no trabalho e cumprimento à todos com um beijo no rosto, porém tem um dos chefes que gosta de abraçar e dar um beijo no pescoço das funcionárias (claro, se der confiança pra isso), sempre soube quem eram as mulheres que ele se envolvia do trabalho (as escondidas). Sempre tive uma queda por ele, um homem mais velho, cheiroso e com uma barba daquelas bem curtinhas que é só pra te deixar arrepiada quando beija seu pescoço. Mas isso só ficava no desejo, pois sempre pensei “não sou atraente pra ele” “ele é casado” “as outras são mas experientes”. Um dia fui pedir uma ajuda de trabalho pelo bate papo de trabalho, ele me ajudou, mas eu não sabia que dali ele iria falar “de nada gostosa” e eu retribui através de uma carinha (emoticon) malicioso e ele retribui dizendo “mas deve ser gostosa mesmo, posso